Mostrando postagens com marcador liderança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador liderança. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Liderança – Como Começar a Desenvolver

“O bom líder pode ser desenvolvido, depende apenas de saber o que se deve desenvolver.” Rhandy Di Stéfano, Coach 

Por que você escuta a todo o momento que o mundo e as empresas querem mais liderança? Porque a mudança é muito rápida e o jeito que fazíamos antigamente tem resultados limitados. As empresas não querem mais pessoas que saibam apenas gerenciar processos, sistemas e procedimentos. A sua organização quer que você seja líder, que você entenda de pessoas e promova mudanças. Este é o filme que você assiste todos os dias. Mesmo que você ainda não tenha se dado conta ou ainda não queira, você precisará ser líder para se manter e crescer. Não há escapatória. 

Se queremos ser melhores líderes, devemos ter o mantra em nossa cabeça de que o desenvolvimento da nossa liderança começa conosco, com uma reforma interna. Precisamos ser seres humanos melhores para sermos melhores líderes. A evolução de nossa essência vem antes de outras competências como planejamento estratégico, negociação, visão, finanças, vendas etc. Se queremos ser melhores líderes, precisamos entender de pessoas e nos relacionarmos muito bem com elas, e para isso precisamos ser pessoas melhores. 

Muito bem, se você está começando ou quer melhorar, o que você pode fazer? Eu recomendo 3 áreas citadas por John Maxwell no seu livro “As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança”: influência, adição de valor e conexão. 

O que é influência? É a essência da liderança. Liderança não é uma posição nem um cargo, é a capacidade que temos de influenciar outras pessoas e gerar mudanças e transformações. Podemos desenvolvê-la e conquistá-la. Se queremos ser melhores líderes, precisamos melhorar nossa capacidade de influência. A melhor dica para melhorarmos a nossa influência é pelo nosso caráter. Escreva um plano de ação para você melhorar o seu caráter em 3 áreas: congruência (fazer o que você fala), honestidade em toda e qualquer situação e disciplina (fazer o que tem que ser feito). O simples fato de você investir em você nestas 3 áreas vai gerar uma mudança de percepção das outras pessoas e, por conseguinte, vai alavancar sua capacidade de influência. Comece agora: onde e quando você vai treinar sua congruência, sua honestidade e sua disciplina? 

A segunda área para desenvolveremos a nossa liderança é a adição de valor. Sabemos que para obtermos algo na vida primeiro devemos contribuir. Essa é a regra do jogo. Assim, pense de que forma você pode contribuir com pessoas na sua organização. O que você pode fazer para agregar valor a outras pessoas? Defina uma meta semanal do que você vai fazer de diferente. Você vai se dar conta, mais cedo ou mais tarde, que as pessoas vão procurar mais você e, conseqüentemente, aumentará a sua liderança. 

A terceira forma básica de você desenvolver sua liderança é com a lei da conexão. As pessoas não querem saber o quanto você sabe ou o quanto você é competente. As pessoas querem saber é o quanto você se interessa por elas e o quanto você se preocupa. Quanto realmente você se conecta. Para isso, vá ao encontro dos outros e escute suas histórias, seus sonhos e valores. Crie uma meta semanal para você se aproximar de uma ou duas pessoas novas na sua organização e se conectar. 

Invista na influência, na adição de valor e na conexão pois quando você faz isso você foca no principal: sua mudança pessoal. Você deve se expandir para que sua liderança ganhe em alcance e qualidade. 

Muito bem, o que você vai fazer para melhorar a sua liderança? Quais as principais fichas que caíram para você? O que você vai fazer de diferente da próxima da vez? Escreva um plano de ação e se comprometa com você mesmo. Aja, pois assim é que você terá resultados diferentes. Experimente, coloque estas dicas em prática. Boa sorte e mais sucesso para você. 

Frederico Graef – Coach e Palestrante 
Membro da Sociedade Brasileira de Coaching 
www.fredgraef.com.br – fred@fredgraef.com.br 

sábado, 29 de março de 2008

Para Deepak Chopra, sucesso depende de líderes com alma


"Quem almeja apenas dinheiro e poder fracassa no mais importante". Mais do que poder, inteligência e visão, o líder precisa ter alma para triunfar no mundo dos negócios do século XXI. Precisa incorporar no dia-a-dia com seus liderados fortes sentimentos de motivação e deixar de lado ações egocêntricas e de ambição pessoal que, cedo ou tarde, levam ao fracasso. Na opinião de Deepak Chopra, médico indiano radicado nos Estados Unidos e um dos mais requisitados gurus da atualidade - 27 livros publicados com mais de 10 milhões de cópias vendidas em todo o mundo -, é uma questão de evolução natural. "Antes, a lei era da sobrevivência dos mais fortes, agora será a dos mais sábios", disse ele ontem, em São Paulo, numa palestra que reuniu pouco menos de 4,5 mil pessoas presentes à ExpoManagement - 2002.

Convidado para falar sobre liderança, Chopra trouxe ao Brasil uma amostra de seu mais recente trabalho na área, "A Alma da Liderança", programa que consta da grade da renomada Kellogg School of Management (Estados Unidos) para o próximo ano. Embora a receita para a criação do líder perfeito ainda seja um mistério, Chopra busca decifrá-la combinando sabedoria espiritual com a dinâmica da psicologia moderna. Para ele, o líder é a alma e o coração do grupo, e é visto, aceito e reconhecido pelos membros como tal. "Ele ou ela é o catalisador das mudanças e transformações do grupo, capaz de enxergar diversas linhas de eventos futuros decorrentes de escolhas no presente", disse a uma platéia que revelava em seus rostos um misto de interesse e dúvida.

"Os líderes que entendam a hierarquia das necessidades e respostas terão sucesso", continuou Chopra. "Já aqueles que almejam apenas metas externas, tais como dinheiro, vitória e poder, irão fracassar naquilo que é mais importante: tornar plenas a vida de seus seguidores e a sua própria."

Castro, Hussein e Jesus Cristo

O médico indiano, autor do best seller "As Sete Leis Espirituais do Sucesso", reeditado por 17 vezes e por 63 semanas no topo dos mais vendidos nos Estados Unidos, busca seus (bons e maus) exemplos de liderança na história recente e ontem, durante a palestra, até citou um brasileiro, o prefeito de Curitiba, Jaime Lerner.

Para ele, os líderes Fidel Castro (Cuba), Muammar Khadafi (Líbia), Saddam Hussein (Iraque) e Slobodan Milosovic (ex-presidente da Iugoslávia) personificam a necessidade de sobrevivência e segurança. Como conseqüência de seus atos, disse, sobrevêm atos terroristas, regimes tirânicos, corrupção pública e o crime organizado.Já na lista daqueles que buscam a realização pessoal estão Bill Gates (Microsoft), Margareth Thatcher (ex-primeira ministra da Inglaterra) e magnatas na mídia, como Rupert Murdoch. Para o guru, o outro lado da moeda do sucessos de líderes com esse perfil são corporações supercomprometidas e desgaste pessoal.

Num grau mais elevado estão aqueles que tendem a valorizar a equipe, o trabalho em grupo, como Winston Churchill (ex-primeiro ministro inglês), Magic Johnson (ídolo do basquete norte-americano), Rudolf Giuliani (ex-prefeito de Nova York). O fracasso nesse caso pode vir, segundo Chopra, de aquisições inescrupulosas ou hostis de empresas e o uso da estratégia de dividir para conquistar. Ainda na lista de exemplos de Chopra, as armas nucleares, a guerra biológica, o colapso da internet e as guerras de informação são fracassos - ou respostas inadequadas - à mentes brilhantes como a de Albert Einstein, Thomas Edson e Walt Disney.

As boas intenções de Mahatma Gandhi, Dalai Lama e Martin Luther King, mal interpretadas por seus liderados, resultaram em extremos religiosos e idealistas.

Para Deepak Chopra, apenas Jesus Cristo e Buda escaparam. Pela transcedência.


(Original no site:

Seguidores

Visualizações nos últimos 30 dias

Visitas (clicks) desde o início do blog (31/3/2007) e; usuários Online:

Visitas (diárias) por locais do planeta, desde 13/5/2007:

Estatísticas