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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O que as escolas não ensinam

Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates recentemente ditou em uma conferência em uma escola secundária sobre 11 coisas que estudantes não aprenderiam na escola. 
Ele fala sobre como a "política educacional de vida fácil para os adolescentes" tem criado uma geração sem conceito da realidade, e como esta política tem levado as pessoas a falharem em suas vidas posteriores a escola. 
Muito conciso todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora ou mais, ele falou por menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero a jato... 
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Regra 1: A vida não é fácil - acostume-se com isso. 


Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. 
O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo. 

Regra 3: Você não ganhará R$ 20.000,00 por mês assim que sair da escola. 

Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone a disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone. 

Regra 4: Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele não terá pena de você. 

Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. 
Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade. 

Regra 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles. 

Regra 7: Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. 
Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são "ridí­culos”. 
Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto. 

Regra 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. 

Isto não se parece  com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido, RUA!!!!!

Faça certo da primeira vez. 

Regra 9: A vida não é dividida em semestres. 
Você não terá sempre os verdes livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período. 

Regra 10: Televisão NÃO é vida real. 
Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar. 

Regra 11: Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas).
Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.

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Bill Gates
Dono da maior fortuna pessoal do mundo, e da Microsoft, a única empresa que enfrentou e venceu a Big Blues (IBM) desde de sua fundação em meados de 1900.... A empresa que construiu o primeiro Cérebro Eletrônico (computador) do mundo.

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sábado, 15 de novembro de 2008

Quando o livre-arbítrio se curva ao ego

(Ronaldo Tikhomiroff )
O caminho que o ser humano deve percorrer durante sua vivência na Terra é definido, a cada momento, pelo seu livre-arbítrio. Uma qualidade que só ele possui e que deve escolher o passo seguinte a ser dado. Quando uma situação se apresenta, esta não acontece ao acaso, porém é o livre-arbítrio do homem que deve decidir sobre sua solução.
Sempre que uma situação, nova ou não, é apresentada ao ser humano, inicia-se um conflito entre sua mente (razão e emoção) e sua intuição. Sua mente, facilmente manipulável, é alimentada por seu ego, o qual, dependendo de seu poder sobre o indivíduo, deturpa e desvia sua decisão de maneira a melhor satisfazê-lo. São os indivíduos comandados pelo ego, onde o bem material, de qualquer nível ou natureza, está sempre à frente de qualquer bem espiritual.
Aí está o porque da existência do livre-arbítrio. Para que o homem possa crescer ele deve ouvir sua intuição mais profunda, seu Eu Interno, o qual é imune às emoções da matéria e à lógica humana, tão pequena e tão ilógica. À medida que o homem passa a decidir sua vida ouvindo sua intuição, o caminho do crescimento espiritual vai sendo traçado e tudo passa a fluir sem maiores obstáculos. Cada problema que surge é resolvido de uma só vez, nada restando para ser resgatado no futuro. Em contrapartida, as decisões tomadas pela mente material sempre deixam resquícios do problema mal-resolvido, provocando seu retorno até ser definitivamente solucionado.
As decisões tomadas a partir do Eu Interno, onde o livre-arbítrio humano se curva à sua intuição e não à sua mente material, produzem uma sensação de conforto e bem-estar ímpares. Seria o verdadeiro "estar de bem com sua consciência". Por outro lado, as decisões oriundas da mente, onde o livre-arbítrio se curva, por ser fraco, ao ego humano, somente produz uma massagem de prazer, tão peculiar ao nosso ego.
A nossa vinda à vida terrena não acontece como um mero acaso biológico ou químico. A matéria envolvida no processo serve, por um lado para nos dar abrigo material à nossa essência, por outro para nos permitir cumprir nossas tarefas através dos conflitos entre os apelos materiais fabricados por nosso ego e o nosso Eu Interno. Tais conflitos devem ser resolvidos por nosso livre-arbítrio, onde as soluções de nível material são, invariavelmente, díspares da intenção de crescimento espiritual. Não existiria o bem sem a existência do mal. Tal qual o Yin - Yang da cultura oriental, o equilíbrio no crescimento espiritual do homem é atingido quando, tendo por referência o plano material, seu livre-arbítrio escolhe sua intuição, seu vínculo com o plano espiritual.
De nada valeria uma decisão, qualquer que fosse, onde somente um lado se apresentasse: afinal, não haveria decisão nenhuma e, portanto, não haveria crescimento em nosso atual estágio de evolução. Um estágio onde o apelo material se faz necessário, onde o desapego ao bem material torna-se valoroso e imprescindível para nosso crescimento. Para exercitarmos o desapego é necessária a existência do apelo material. São necessárias as armadilhas de nosso ego. Porém, mais que tudo, é necessário aprendermos a ouvir nossa voz interior, nosso canal com o Plano Superior.
Sempre que uma situação nos é apresentada, por mais tola que nos pareça, um exercício de desapego nos está sendo solicitado. É a hora de colocarmos em prática o bom uso de nosso livre-arbítrio e procurarmos em nosso íntimo a decisão correta. Os apelos materiais sempre estarão presentes. Nosso ego, por mais puro que possa nos parecer, também estará provocando nossas emoções e nossa razão para lhe darmos um pouco de alimento. Antes de nos deixarmos tomar por uma decisão, por mais pensada que nos pareça, não deixemos de ouvir nosso Eu Interno. Se ele estiver aquietado, se ele não se manifestar, nossa mente estará livre para decidir. Caso contrário, ele por certo se manifestará e nos mostrará o caminho correto. Cabe a nós estarmos abertos para perceber sua manifestação, sem permitir a interferência de nossa mente, já poluída e doente.
Se permitirmos que nosso livre-arbítrio se curve a nosso ego, certamente estaremos deixando passar uma oportunidade de exercitarmos nossa tarefa mais elevada. Estaremos sucumbindo aos apelos danosos da matéria e, por certo, estaremos dando o passo errado. Por mais que prejudiquemos a nosso próximo, os maiores prejudicados seremos nós mesmos, pois não estaremos satisfazendo a expectativa de nosso Criador... infelizmente.

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