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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Através do caminho


Impossível atravessar a vida ... Sem que um trabalho saia mal feito, sem que uma amizade cause decepção, sem padecer com alguma doença, sem que um amor nos abandone, sem que ninguém da família morra, sem que a gente se engane em um negócio.

Esse é o custo de viver. O importante não é o que acontece, mas, como você reage.

Você cresce... Quando não perde a esperança, nem diminui a vontade, nem perde a fé. Quando aceita a realidade e tem orgulho de vivê-la. Quando aceita seu destino, mas tem garra para mudá-lo. Quando aceita o que deixa para trás, construindo o que tem pela frente e planejando o que está por vir.

Cresce quando supera, se valoriza e sabe dar frutos.
Cresce quando abre caminho, assimila experiências... E semeia raízes….

Cresce quando se impõe metas, Sem se importar com comentários, nem julgamentos quando dá exemplos, sem se importar com o desdém, quando você cumpre com seu trabalho.
Cresce quando é forte de caráter, sustentado por sua formação, sensível por temperamento... E humano por nascimento!
Cresce quando enfrenta o inverno mesmo que perca as folhas, colhe flores mesmo que tenham espinhos e marca o caminho mesmo que se levante o pó.
Cresce quando é capaz de lidar com resíduos de ilusões. É capaz de perfumar-se com flores... E se elevar por amor!
Cresce ajudando a seus semelhantes, conhecendo a si mesmo e dando à vida, mais do que recebe.
E assim se cresce…

Texto atribuído a Susana Carizza

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sábado, 15 de novembro de 2008

Quando o livre-arbítrio se curva ao ego

(Ronaldo Tikhomiroff )
O caminho que o ser humano deve percorrer durante sua vivência na Terra é definido, a cada momento, pelo seu livre-arbítrio. Uma qualidade que só ele possui e que deve escolher o passo seguinte a ser dado. Quando uma situação se apresenta, esta não acontece ao acaso, porém é o livre-arbítrio do homem que deve decidir sobre sua solução.
Sempre que uma situação, nova ou não, é apresentada ao ser humano, inicia-se um conflito entre sua mente (razão e emoção) e sua intuição. Sua mente, facilmente manipulável, é alimentada por seu ego, o qual, dependendo de seu poder sobre o indivíduo, deturpa e desvia sua decisão de maneira a melhor satisfazê-lo. São os indivíduos comandados pelo ego, onde o bem material, de qualquer nível ou natureza, está sempre à frente de qualquer bem espiritual.
Aí está o porque da existência do livre-arbítrio. Para que o homem possa crescer ele deve ouvir sua intuição mais profunda, seu Eu Interno, o qual é imune às emoções da matéria e à lógica humana, tão pequena e tão ilógica. À medida que o homem passa a decidir sua vida ouvindo sua intuição, o caminho do crescimento espiritual vai sendo traçado e tudo passa a fluir sem maiores obstáculos. Cada problema que surge é resolvido de uma só vez, nada restando para ser resgatado no futuro. Em contrapartida, as decisões tomadas pela mente material sempre deixam resquícios do problema mal-resolvido, provocando seu retorno até ser definitivamente solucionado.
As decisões tomadas a partir do Eu Interno, onde o livre-arbítrio humano se curva à sua intuição e não à sua mente material, produzem uma sensação de conforto e bem-estar ímpares. Seria o verdadeiro "estar de bem com sua consciência". Por outro lado, as decisões oriundas da mente, onde o livre-arbítrio se curva, por ser fraco, ao ego humano, somente produz uma massagem de prazer, tão peculiar ao nosso ego.
A nossa vinda à vida terrena não acontece como um mero acaso biológico ou químico. A matéria envolvida no processo serve, por um lado para nos dar abrigo material à nossa essência, por outro para nos permitir cumprir nossas tarefas através dos conflitos entre os apelos materiais fabricados por nosso ego e o nosso Eu Interno. Tais conflitos devem ser resolvidos por nosso livre-arbítrio, onde as soluções de nível material são, invariavelmente, díspares da intenção de crescimento espiritual. Não existiria o bem sem a existência do mal. Tal qual o Yin - Yang da cultura oriental, o equilíbrio no crescimento espiritual do homem é atingido quando, tendo por referência o plano material, seu livre-arbítrio escolhe sua intuição, seu vínculo com o plano espiritual.
De nada valeria uma decisão, qualquer que fosse, onde somente um lado se apresentasse: afinal, não haveria decisão nenhuma e, portanto, não haveria crescimento em nosso atual estágio de evolução. Um estágio onde o apelo material se faz necessário, onde o desapego ao bem material torna-se valoroso e imprescindível para nosso crescimento. Para exercitarmos o desapego é necessária a existência do apelo material. São necessárias as armadilhas de nosso ego. Porém, mais que tudo, é necessário aprendermos a ouvir nossa voz interior, nosso canal com o Plano Superior.
Sempre que uma situação nos é apresentada, por mais tola que nos pareça, um exercício de desapego nos está sendo solicitado. É a hora de colocarmos em prática o bom uso de nosso livre-arbítrio e procurarmos em nosso íntimo a decisão correta. Os apelos materiais sempre estarão presentes. Nosso ego, por mais puro que possa nos parecer, também estará provocando nossas emoções e nossa razão para lhe darmos um pouco de alimento. Antes de nos deixarmos tomar por uma decisão, por mais pensada que nos pareça, não deixemos de ouvir nosso Eu Interno. Se ele estiver aquietado, se ele não se manifestar, nossa mente estará livre para decidir. Caso contrário, ele por certo se manifestará e nos mostrará o caminho correto. Cabe a nós estarmos abertos para perceber sua manifestação, sem permitir a interferência de nossa mente, já poluída e doente.
Se permitirmos que nosso livre-arbítrio se curve a nosso ego, certamente estaremos deixando passar uma oportunidade de exercitarmos nossa tarefa mais elevada. Estaremos sucumbindo aos apelos danosos da matéria e, por certo, estaremos dando o passo errado. Por mais que prejudiquemos a nosso próximo, os maiores prejudicados seremos nós mesmos, pois não estaremos satisfazendo a expectativa de nosso Criador... infelizmente.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A Transformação do Homem em Deus

O poder de Deus é incomensurável e ilimitado. A grande diversidade que você percebe quando observa o universo é resultado do poder divino de iludir. O universo físico visível aos olhos humanos é apenas uma parte muito pequena do infinito poder de Deus. Todos os mundos podem ser cobertos por apenas uma fração do pé do Senhor. É impossível entender a grandeza do Senhor. Ele permeia todo o universo, grosso e sutil. Não há lugar onde Ele não esteja.

O Universo

O universo é o corpo de Deus. Ele encarnou-se na criação. Para entender o princípio divino no qual repousa o universo, você pode começar considerando o tamanho, a vastidão do universo. A Lua está a centenas de milhares de milhas da Terra. O Sol está a dezenas de milhões de milhas. Até mesmo a estrela mais próxima está a milhões e mais milhões de milhas; e, além disso, nos limites mais longínquos do universo visível, há estrelas que estão bilhões de vezes mais longe. Mas tudo isso que constitui o universo físico e que para nossa visão limitada é tão infinitamente vasto, é apenas uma minúscula parte do universo sutil. Comparado a este universo sutil, todo o grande universo físico não é maior do que o tamanho de um átomo.

O universo sutil, que é tão indescritivelmente grande quando comparado ao universo físico, é apenas uma parte microscópica de um aspecto muito, muito mais vasto que pode ser exposto como o universo causal. Este é conhecido como universo causal por ser desse finíssimo aspecto que se originam os mundos físico e sutil. Todos estes três mundos, o físico, o sutil (ou mental) e o causal são tão incrivelmente grandes que as escrituras declaram que estes não podem ser entendidos pela mente humana ou descritos em palavras. Esses mundos estão além da imaginação, além da habilidade mental de entendimento. Ainda assim, além de todos esses, transcendendo o físico, o sutil e o causal, está o princípio divino, a causa fundamental de tudo.

O Caminho da Devoção

Deus está além do físico, do sutil e do causal. Mas, como Soberano, Ele governa todos estes. Ele é o Senhor do tempo: passado, presente e futuro. Aos seres humanos foram dadas capacidades limitadas, assim, é muito difícil entender o princípio divino.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Como ajudar uma pessoa


Certa vez um rapaz estava observando uma lagarta num processo de transformação em borboleta. Ficou encantado e comovido com a força que aquela borboleta fazia para livrar-se das amarras de lagarta e assim poder voar e colorir nossas vidas.

Vendo que ela se debatia e fazia uma força enorme resolveu lhe ajudar. Pegou uma pequena tesoura e cortou as amarras da lagarta libertando assim aquela nova borboleta.

Para seu espanto a borboleta caiu no chão e nunca mais levantou. Não conseguia abrir suas asas para voar e logo foi devorada pelas formigas.

O que aconteceu?

Na tentativa daquele jovem de querer ajudar a borboleta ele estragou tudo. A força que ela fazia era necessária para fortalecer suas asas e depois poder voar. Como não fez força nenhuma, pois ele a ajudou, suas asas ficaram fracas e ela não conseguir voar. Morreu.

Muitas pessoas se compadecem de outras e na tentativa de ajudá-las, estragam tudo. Quantos pais que não querem que seus filhos passem trabalho e lhe dão tudo.

Ora, passar trabalho é fortalecer as asas dos seus filhos para que depois eles possam fazer o vôo das suas vidas. Quantos patrões estragam seus funcionários facilitando tudo. Quantas pessoas rezam para que Deus resolva todos os seus problemas, quando na verdade os problemas são a grande escola da vida. Com os problemas e dificuldades nós aprendemos e nos tornamos mais fortes.

Como ajudar uma pessoa? Resolvendo seus problemas ou lhe ensinando a resolver?

Cada pessoa deve fazer sua caminha e aprender a subir sua escada da vida. Cada degrau que subimos é um aprendizado. Se você pega uma pessoa e já a coloca nos degraus de cima vai faltar-lhe base. No primeiro desafio ela não sabe como fazer. A melhor maneira de ajudarmos uma pessoa é ensinando-lhe a caminhar, a buscar, a resolver, a lutar. Ajudá-la a encontrar O SEU CAMINHO, A SUA MANEIRA DE FAZER. Sentir pena e fazer por ela não é ajudar, É ESTRAGAR E O MUNDO ESTÁ CHEIO DE PESSOAS ESTRAGADAS.

Autor: Adroaldo Lamaison

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