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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Cirurgia x depressão

Cirurgia pioneira 'cura' depressão aguda de britânica

DA BBC BRASIL

Uma mulher britânica que sofreu por quase uma década de depressão aguda conseguiu conter o problema graças a uma cirurgia pioneira realizada por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Bristol.
BBC
A técnica envolve o uso de fios e eletrodos implantados no cérebro por meio de furos abertos no crânio
A técnica envolve o uso de fios e eletrodos implantados no cérebro por meio de furos abertos no crânio
A depressão levou Sheila Cook, de 62 anos, a se aposentar precocemente e a deixou incapaz de se vestir ou de se alimentar sozinha. Pensamentos sobre suicídio passaram a ser frequentes.

Mas a operação realizada no hospital Frenchay, em Bristol, restaurou sua vontade de viver.

A técnica, chamada de estimulação cerebral profunda, envolve o uso de fios e eletrodos implantados no cérebro por meio de furos abertos no crânio.

Os eletrodos são ligados a uma bateria que envia pequenas quantidades de eletricidade para estimular ou inibir o funcionamento de áreas específicas do cérebro, responsáveis pelo controle das emoções.

"TÚNEL ESCURO"
'Minha visão sobre a vida mudou completamente', diz Sheila Cook

Os pesquisadores da Universidade de Bristol estão analisando os efeitos de estímulos em duas áreas diferentes do cérebro com oito pacientes diferentes.

Sheila Cook foi a primeira paciente a passar pela operação, que teve bons resultados iniciais.

"Eu somente queria que a vida terminasse. Era como estar em um túnel escuro, mas em vez de luz no fim do túnel, havia apenas escuridão", disse ela.

"Eu de repente acordei uma manhã e vi que me sentia diferente, que queria me levantar, queria fazer coisas. Minha visão sobre a vida mudou completamente", disse.

Apesar da melhora inicial, Cook teve uma recaída posterior e acabou passando por uma operação mais radical, numa técnica também pioneira, na qual uma área do cérebro foi danificada para inibir seu funcionamento.

Mas a equipe de pesquisadores esperam desenvolver a técnica de estimulação cerebral profunda para que ela tenha efeito duradouro ou definitivo e evite a necessidade de novas operações, como no caso de Cook.

Original em Folha.com http://goo.gl/E3Dm1

domingo, 30 de janeiro de 2011

A cura do autismo

EXCLUSIVO:
 Brasileiro encontra caminho para cura de 90% dos tipos de autismo, além de Rett



Por Paiva Junior
Sim, 90% dos tipos de autismo têm causas genéticas e poderão ser curados num futuro (que desejamos ser próximo), assim como a Síndrome de Rett. A conclusão é do neurocientista Alysson Muotri, que trabalha na pesquisa da cura do autismo nos EUA.
Em entrevista exclusiva com o neurocientista, que trabalha e reside em San Diego, na California, foi possível entender melhor o que a mídia mundial noticiou há três semanas: uma esperança para a cura do autismo. Aliás, as palavras “cura” e “autismo” jamais estiveram juntas na história da ciência. Só por esse fator, o trabalho já é um marco. Além de Alysson, os neurocientistas Carol Marchetto e Cassiano Carromeu formam o talentoso trio brasileiro que lidera esse trabalho.
Todas as reportagens citavam a cura do autismo. As mais detalhadas, porém, diziam que o tipo de autismo era a síndrome de Rett apenas. Sem entrar na discussão de Rett estar ou não incluída no espectro autista, isso incomodou muita gente e algumas pessoas que se animaram com a notícia se desapontaram ao saber que o trabalho foi feito apenas com  essa síndrome -- que afeta quase que somente meninas (pois os meninos afetados morrem precocemente). Muitos diziam: “síndrome de Rett não é autismo!”. Então de nada valeria a pesquisa para os autistas.
Certo? Errado.

Alysson não gosta de comentar trabalhos ainda não publicados, porém me revelou com exclusividade que seu próximo trabalho é exatamente o mesmo feito com síndrome de Rett, porém utilizando pacientes com autismo clássico, que deverá ser publicado em algum momento de 2011. E ainda adiantou que os resultados de um subgrupo dessa pesquisa foi o mesmo que conseguiu com os Rett: “os sintomas são similares aos de Rett, mas ainda não tentamos a reversão propriamente dita, mas acreditamos que deva funcionar da mesma forma; os experimentos estão incubando; tudo isso é muito recente ainda. E a filosofia é a mesma: se curar um neurônio, ele acredita que poderá curar o cérebro todo. Quando perguntei se ele já sabe onde será publicado esse trabalho e se tinha mais detalhes, a resposta foi imediata: “Não, ainda é muito cedo, precisamos terminar uma serie de experimentos”. Essa nova pesquisa envolveu vinte pacientes com autismo clássico. “Em alguns casos conseguimos descobrir a causa genética, o que facilita mais a interpretação dos dados”, explicou o brasileiro. Aliás, segundo ele, seria possível identificar o autismo em um exame, usando essa mesma técnica, mas isso hoje seria imensamente caro e complexo, portanto ainda inviável.
A droga para essa possível cura, possivelmente uma pílula, segundo Alysson deve vir em cinco ou dez anos, mas ele adverte: “Não se esqueça que a ciência muitas vezes dá um salto com grandes descobertas. Previ que este meu estudo demoraria uns dez anos e consegui fazê-lo em três anos”, explicou ele, referindo-se à descoberta do japonês Yamanaka de fazer uma célula “voltar no tempo” e reprogramá-la (veja explicação neste link), o que “acelerou” o trabalho do neurocientista.
Outra informação importante revelada por Alysson foi que ainda não se sabe como se comportará o cérebro quando curado do autismo. Tanto a pessoa pode simplesmente “acordar” do estado autista e passar a ter desenvolvimento típico (“normal”), como pode dar um “reset” no cérebro e ter que aprender tudo de novo, do zero, mas aprendendo naturalmente como as crianças neurotípicas (com desenvolvimento “normal”). Pode ser que a pessoa “curada” de autismo passe a ter outros gostos e interesses e até perder algumas habilidades que tinha antes, supõe o pesquisador brasileiro, que ainda tem um longo caminho pela frente no aprimoramento da sua técnica e na busca pela droga mais eficiente, que é o próximo passo das pesquisas. “É um trabalho importante, pois hoje há 1 autista para cada 105 crianças nos EUA”, informa ele.

INTERESSE DA INDÚSTRIA

Por último, ele revelou na entrevista que a indústria farmacêutica já o procurou, mas o laboratório vai seguir de forma independente também, com menos investimento, mas sem muito medo de riscos na busca pela cura definitiva do autismo para todas as idades, que é o desejo do palmeirense Alysson Muotri.
Esses laços evidentes com o país natal, faz o cientista “investir” em ajudar e incluir o Brasil nas pesquisas. Há uma parceria dele com uma equipe da USP (Universidade de São Paulo). A bióloga Karina Griesi Oliveira, passou um ano com os brasileiros na California aprendendo essa nova técnica de reprogramação celular (leia mais neste link da revista Pesquisa, da Fapesp). “Com colaboração da Karina, estamos também trabalhando com alguns pacientes brasileiros”, destacou o paulistano, que também graduou-se na USP.
Muitos dados citados na entrevista, como a estatística de 1 para 105 ainda nem foram publicados, pois, como diz Alysson, estamos lidando aqui com a “nata” da ciência: É a “cutting-edge science”, definiu ele, em inglês. “Esse número foi divulgado na ultima reunião da Sociedade de Neurociências, realizada em novembro de 2010, em San Diego (EUA)”, contou ele, que lidera onze pessoas em sua equipe, que, em alguns momentos, chegou a ter vinte integrantes.
Os detalhes da pesquisa estão na coluna quinzenal "Espiral" de Alysson no portal G1 e a minha entrevista exclusiva completa com o neurocientista brasileiro -- que durou uma hora e dez minutos -- você poderá ler, na íntegra, na próxima edição da Revista Autismo, que sai no primeiro trimestre de 2011 -- valerá a pena aguardar!
Talvez hoje ainda não possamos dizer que o autismo é curável. Mas agora também não se pode mais dar a certeza de que seja incurável.

Paiva Junior é editor-chefe da Revista Autismo (RevistaAutismo.com.br) e entrevistou Alysson Muotri, por telefone, no dia 02.dez.2010.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Depressão tem cura


:: Maria Aparecida Diniz Bressani :: *
Toda questão tem em si embutida a sua resposta.
Depressão é a vivência da dor profunda, da angústia, da sensação de “falta”, da pressão de uma culpa “não sei do quê”, da vontade de desistir de tudo, inclusive da vida... e por aí continua mais uma série de sintomas que nos fazem compreender que a pessoa está com Depressão.
A Depressão é como se fosse um ser que entra em sua casa pela porta dos fundos, sem ser convidado – na verdade é um intruso – e que lhe causa bastante incômodo e grande transtorno. Este ser – a Depressão – vai se instalando aos poucos, gradativamente. Sem que seja percebida claramente torna-se uma figura predominante e forte a ponto de “mandar” na rotina da casa, ou seja, determina a forma como a pessoa acometida por este mal vê a vida e, conseqüentemente, o seu comportamento.
Ela não permite que a pessoa perceba seu real valor e importância, levando-a, cada vez mais, a excluir-se da própria vida e das relações interpessoais. Sente-se um “peso morto”. Quando começa a superar a doença, ao se dar conta de um recurso fundamental que tem dentro de si, para contribuir na qualidade de sua própria vida e na qualidade de vida dos outros ao seu redor, pouco a pouco percebe que faz diferença e tem a sua importância na vida das pessoas. Este recurso é o Amor. E o “estilo de vida” de quem vive a Depressão é marcado significativamente pela falta de Amor.
O Amor é o grande antídoto e o grande solvente deste mal da alma. Esta é a resposta embutida dentro da questão da Depressão.
Olhando pelo ângulo psicológico, a Depressão é “o” sintoma da falta de Amor. Todos os outros sentimentos e sensações são decorrentes desta sensação de absoluta falta de Amor na própria vida.
A falta de Amor na vida torna-a estéril, insípida e sem significado.
É preciso recuperar o sentido da própria existência. Todos temos uma importância do porque existir. Todos nós ocupamos um lugar no mundo e na vida das outras pessoas.
Para Jung a consciência é “unilateral”, ou seja, ao desenvolver a consciência de Eu este EU olha a si mesmo, a vida, o mundo e as outras pessoas por um único ângulo, compreendido como verdadeiro e certo. Por isto dentro da psicologia dizemos que “cada caso é um caso”. E é justamente por ser esta visão unilateral, que na verdade torna parcial e limitada a forma de se relacionar com a vida.
A teoria da Inteligência Emocional nos fala que quanto mais opções de escolha e capacidade de suportar frustrações uma pessoa tem, mais ela é feliz.
A pessoa em Depressão se vê sem opções e se sente absolutamente magoada pelas frustrações impingidas pela vida; por isto sente-se cronicamente infeliz.
Se você olhar para a Depressão não apenas como aquele intruso que veio perturbar a paz da sua vida, mas sim como alguém que ao desequilibrar e tumultuar sua vida é, na verdade, o agente que veio possibilitar a transformação da forma limitada e parcial que você vivia até então sua vida... Verá então, a dor a serviço do bem!
Como bem o sabemos, a vida é a possibilidade de nos desenvolver e nos melhorar enquanto seres humanos que somos; e para isto, existem dois caminhos: pela Dor e pelo Amor. Se a Depressão é a profunda sensação da falta de Amor significa que, então, “escolheu-se” o caminho da Dor para o desenvolvimento da alma enquanto ser humano.
Eu acredito que nenhum sofrimento é gratuito, portanto, o sofrimento que a Depressão impõe ao indivíduo, para mim, é uma forma de “mostrar” para si mesmo que tem algo de errado em sua vida, com suas crenças e nas suas verdades estabelecidas.
Por isto acredito que Depressão não é simplesmente para ser “sofrida”, mas, sim, para que seja usada como “oportunidade” para se rever suas crenças e verdades.
E justamente porque acredito que “escolhemos” os nossos caminhos de vida para o crescimento e o desenvolvimento da nossa consciência enquanto ser humano, que acredito que podemos virar à direita ou à esquerda nos caminhos da vida a qualquer momento que queiramos.
Portanto, o primeiro passo para sair da Depressão ou de qualquer situação insatisfatória que se vive é QUERER. Querer de coração, querer com todo o seu ser, querer com todo o Amor que está lá bem no fundo do seu ser. Apostar que é possível, mesmo que você se sinta neste momento dentro de um túnel escuro, numa curva onde não esteja vendo a saída e nem tenha certeza que está indo na direção correta; não faz mal, o que importa é alimentar seu querer com a fé e a certeza de que existe uma saída, porque Depressão tem cura.
*Maria Aparecida Diniz Bressani é psicóloga e psicoterapeuta Junguiana, especializada em atendimento individual de jovens e adultos, em seu consultório em São Paulo.Email: mariahbressani@yahoo.com.br

Original em:

terça-feira, 21 de outubro de 2008

O psiquiatra, o psicólogo, o terapeuta e você

O psiquiatra é um médico que, após ter concluído sua formação médica, opta por estudar os transtornos mentais e por isso pode receitar medicamentos.
O psicólogo está voltadopara trabalhar os aspectos emocionais.

O terapeuta é um psicólogo com formação fundamentada na análise do comportamento.

Você é a combinação dos três.
Como a mente e seus diagnósticos são difíceis de lidar, na maioria das vezes, os psiquiatras receitam remédios a seus pacientes, porque esses remédios psíquicos são para casos individuais; o que serve para um paciente não se adapta ao outro, mesmo possuindo os mesmo sintomas. O psiquiatra até pouco tempo era totalmente materialista. A psicanálise foi desenvolvida por Sigmund Freud: um tratamento à base de medicamentos (drogas).
Com a evolução os psiquiatras resolveram se aprimorar também na área da psicologia.
Em termos genéricos, um psicólogo possui uma combinação única de métodos científicos em conjunto com competência e experiência de trabalho com pessoas que apresentam problemas na vida real. Os psicólogos estudam a ciência do comportamento humano e aplicam esse conhecimento no seu contexto profissional. Os contextos de trabalho dos psicólogos são bastante diversificados. Os psicólogos também avançaram em seus métodos ficando cada vez mais espiritualistas e tratando seus clientes com medicina alternativa, incluindo a meditação e os relaxamentos da mente e do corpo.
O terapeuta possibilita ao seu cliente, de maneira didática, a discriminação dos seus comportamentos, de distúrbios que lhe causam sofrimento e lhe trazem prejuízo à saúde. Com base na teoria da aprendizagem desenvolve formas mais adaptáveis e positivas. A Terapia Comportamental faz uso de algumas técnicas, mas antes e acima de tudo, faz uma análise funcional junto com o cliente, ou seja, como, quando e onde tais comportamentos ocorrem e que função têm esses comportamentos. O terapeuta tem competência para atuar como clínico, tratando transtornos de ansiedade, pânicos, fobias, transtornos do afeto, depressão e transtornos de personalidade.
Por usar das mudanças interiores dos pacientes, o terapeuta tende a ficar mais perto do cliente e com isso cria um ambiente mais íntimo e amigável entre os dois. O terapeuta ocupacional trabalha com a pessoa em atividade. O uso da atividade terapêutica e do estabelecimento da intervenção focalizando como está a vida desse paciente é o que irá diferenciar a profissão de todas as outras práticas. A intervenção do profissional se diferenciará de acordo com o modelo teórico assumido. Esse modelo irá se imprimir tanto no planejamento e execução do seu plano terapêutico como na sua visão do ser e sua saúde, assim como seu bem estar em todos os níveis da vida. Hoje os terapeutas são bem mais espiritualizados, mais místicos e com isso tratam seus clientes com medicina alternativa dando ênfase ao trabalho com regressão que vem dando ótimos resultados.
Você usa a psicanálise, a psicologia e a terapia para eliminar os problemas que a vida coloca em seu caminho. Mas o ideal mesmo é procurar um profissional que o ajude na retomada da fé, da auto-estima, do amor próprio e, naturalmente, pelo próximo. Mas cabe a você decidir quem deve procurar. Em momentos difíceis faz-se necessária uma ajuda e, nesse caso, entram as religiões, os métodos alternativos e os espíritas que contribuem em muito para a sua cura interior, despertando a caridade nos corações que proporciona verdadeiros milagres.
Porém, não é demais lembrar que você tem todo tipo de cura dentro de você e o que procura de verdade é apenas um condutor que trará de volta seu equilíbrio e, naturalmente, a fé e a certeza de que você possui a magia de transformar sua vida para melhor.

BNN
por Bernardino Nilton Nascimento

sábado, 19 de maio de 2007

Ética e Moral faz bem à saúde!

Leia a edição do programa da Rádio Grilo-Som do dia 19/5/2007:
Olá, olá minhas amigas, meus amigos! Está começando mais uma edição da super-quente, hiper-transparente, mega-magistral Rádio Grilo-Som!!!

Que bom estar com você!

Hoje eu destaco que a busca do bem-estar, passa necessariamente pelo centramento de pensamentos e ações, equilibrados e alinhados com atitudes éticas e refinadas pela boa moral!

O comportamento do ser humano, suas emoções, os seus relacionamentos pessoais, os seus conhecimentos, o estado de espírito, a interação com a natureza são alguns dos fatores que definem o grau, o nível da sensação de bem-estar das pessoas.
A prática religiosa também contribui positivamente para isso. O poder da fé e da espiritualidade na saúde física e mental é comprovadamente o mais eficiente de todos os métodos curativos e preventivos.

Assim, mesmo que você leve uma vida agitada, atribulada pelos níveis absurdos da competitividade, pode equilibrar seus pensamentos e atitudes para um bom condicionamento mental e, por conseqüência, espiritual.

Momentos de meditação levam à cura e à manutenção das emoções saudáveis e produtivas. Procure dedicar alguns minutos a esta prática. Centenas de estudos relatados em revistas científicas provam essa afirmativa. Integra o rol dessas atitudes saudáveis e curativas, também os exercícios físicos, a yoga, a ginástica chinesa, o shiatsu e todos os demais desta mesma linha.

Tudo isso pode ser facilmente comprovado pelo método científico, por meio de indicadores como a pressão sanguínea, a densidade óssea, a gordura corporal, o perfil lipídico, etc., etc.

Porém, tudo isso só é possível se os valores verdadeiros, refinados da vida, do ser humano, da natureza como um todo, realmente ocuparem um espaço generoso em seu coração.
De nada adianta ter atitudes desprovidas de convicções pessoais. Elas devem ser conseqüência de uma postura autêntica quanto à consonância de pensamentos, palavras e atitudes!

Era isso o que eu tinha para deixar para vocês nesta edição.
Aguarde, pois nos próximos dias estaremos de volta com um novo enfoque, em mais uma edição da super-quente, hiper-transparente, mega-magistral Rádio Grilo-Som!!!

Lembrem-se, ética não se ensina. Moral é o conjunto das nossas convicções!

Tenham dias brilhantes, com paz e muita luz!

Bye, bye!

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