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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Reflexão sobre a percepção de valor intrínseco


Pesquisa realizada pelo jornal "THE WASHINGTON POST". Objetivo? - Debate sobre valor, contexto e arte.
Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.

Eis que o sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

Mesmo assim, durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.

Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto.

Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.

Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas que são únicas, singulares, e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço. O que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser?

Essa experiência mostra como na sociedade em que vivemos os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia, e pelas instituições que detém o poder financeiro.

Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

O TEMPO E O AMOR

O Amor é pra sempre, o amor é eterno. Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles porém é o amor. O amor deixa um legado. A forma de você tratar outras pessoas, e não sua riqueza ou suas façanhas, é a influência mais duradoura que se pode deixar na terra.

Como disse Madre Tereza: "Não é o que você faz, mas quanto amor você dedica no que faz realmente importa". Amor é como o tempo. O tempo é sua dádiva mais importante, pois você só recebeu uma quantidade fixa dele.

Você pode fazer mais dinheiro, mais não pode fazer mais tempo. Quando você dedica seu tempo a alguém, voce está dedidando uma porção de sua vida que jamais irá recuperar. O seu tempo é sua vida. É por isso que o maior presente que você pode dar a alguém é o seu tempo. A importância das coisas pode ser medida pelo tempo que estamos dispostos a investir. Quanto maior o tempo dedicado a alguma coisa, mais você demonstra a importância e o valor que ela tem para você. Se você quiser conhecer as prioridades de uma pessoa, observe a forma como ela utiliza o tempo.

Não é o bastante dizer que relacionamentos são importantes; nós devemos provar essa posição investindo tempo neles. Palavras isoladas detém nenhum valor. O nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações.

Relacionamentos tomam tempo e esforço, e a melhor maneira de soletrar amor é T-E-M-P-O. A essência do amor não é o que pensamos, fazemos ou proporcionamos à outros, mas quando damos de nós mesmos. Os homens, em especial, com frequência não compreendem isso. Muitos me dizem: " Não entendo minha mulher e meus filhos. Eu proporciono tudo o que eles precisam. O que mais eles podem querer?". Eles querem você! Seus olhos, seus ouvidos, seu tempo, sua atenção, sua presença, seu interesse - SEU TEMPO. Nada pode substituir isso. "Você valoriza uma pessoa quando passa à dar-lhe o seu bem mais precioso - o seu tempo!.

Sempre que você dá o seu tempo , está fazendo um sacrifício , e o sacrifício é a essência do amor. Você pode dar sem amar, mas não pode amar sem dar. "Porque Deus tanto amou que deu..." Amar significa abrir mão - ceder minhas preferências, conforto, objetivos, segurança, dinheiro, energia ou tempo para o benefício de outra pessoa.

O MELHOR MOMENTO PARA AMAR É AGORA, nós não temos nenhuma garantia do amanhã, as circusntâncias mudam, as pessoas morrem, os filhos crescem! Se você quiser expressar seu amor, é melhor que o faça agora.


Trecho retirado do Livro: Uma vida com Propósitos - Rick Warren (na foto acima)

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