Mostrando postagens com marcador lições. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lições. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de março de 2010

Quem ama sai na frente


O desenvolvimento do Espírito em sua jornada para a plenitude dá-se em duas frentes. Ele necessita burilar o intelecto e os sentimentos.

Variadas experiências se sucedem, a fim de que esse aperfeiçoamento ocorra. O destino final de todos é o mesmo: a angelitude. Ao contrário do que muitas vezes se imagina, os anjos não são seres apartados da Humanidade. Não se trata de privilegiados, perfeitos desde a origem. Eles são apenas nossos irmãos mais velhos. Por obra de seu esforço, atingiram a meta, que consiste na plenitude da evolução intelectual e moral.
Infinitas foram as lutas que travaram em seu longo jornadear pelas fileiras da Humanidade.

A liberdade de que todos os Espíritos gozam permite que os caminhos sejam diferentes. Alguns se apaixonam pelas maravilhas da arte. Outros encontram na filosofia a razão de inúmeras vidas. Há quem se encante pelos raciocínios lógicos das ciências exatas. Todos os ramos do conhecimento se entrelaçam.

No zênite evolutivo, os talentos e o saber são plenos, qualquer que tenha sido o caminho trilhado. Mas há uma peculiaridade concernente ao burilamento dos sentimentos. Ele facilita bastante o processo evolutivo como um todo.

A liberdade constitui pressuposto do aprendizado. Não é viável adquirir discernimento sem poder fazer opções. Mas a contraparte obrigatória da liberdade é a responsabilidade. O Espírito é livre para agir, experimentar e aventurar-se. Contudo, responde por tudo o que faz. Quando se permite atitudes equivocadas, registra desequilíbrios em sua consciência. Tais desequilíbrios se manifestam na forma de bloqueios, fobias e enfermidades. Às vezes são necessárias muitas encarnações para propiciar a limpeza psíquica do que se fez em apenas uma.

As posições de poder são as que mais ensejam profundas e longas crises de consciência. Enquanto gasta tempo para se equilibrar, o Espírito retarda seu processo evolutivo. A rigor, a evolução sempre ocorre, pois as experiências vão propiciando um irresistível amadurecimento. Mesmo do erro sempre surgem proveitosas lições.

Entretanto, as lições oriundas de grandes equívocos tendem a ser sofridas e trabalhosas. Justamente por isso o amadurecimento do senso moral constitui um poderoso impulsor da evolução. Quem se compadece do semelhante não comete desatinos contra ele. Por vezes erra, pois a perfeição é a meta final, ainda distante da Humanidade em geral. Mas tais erros são oriundos da ignorância e não da maldade. Jamais possuem conotação cruel e são de fácil reparação.

Assim, quem luta por se aperfeiçoar moralmente se abstém de inúmeras dores. Ao desenvolver pureza, deixa de cometer desatinos na área da sexualidade. Tomando gosto pela conduta honesta, não assume compromissos com o patrimônio alheio, público ou privado. Ao adotar o trabalho e a prudência como roteiros de vida, jamais se torna um peso para os semelhantes. Em suma, o desenvolvimento moral evita muitos erros. Consequentemente, furta o Espírito da necessidade de sofridas atividades reparadoras.

Se você deseja trilhar em paz o caminho para o Pai, burile os seus sentimentos.

Afinal, quem ama sai na frente.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 12.01.2010.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Definição de saudades


Emocionante como uma criança pode definir um sentimento que muitos adultos não sabem nem mesmo o que é.
Veja este artigo do oncologista pernambucano Rogério Brandão:
“Médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional, com toda vivencia e experiência que o exercício da medicina nos traz, posso afirmar que cresci e me modifiquei com os dramas vivenciados pelos meus pacientes. Dizem que a dor é quem ensina a gemer. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão, até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além. Descobrimos uma força mágica que nos ergue, nos anima, e não raro, nos descobrimos confortando aqueles que vieram para nos confortar.
Um dia, um anjo passou por mim... No início da minha vida profissional, senti-me atraído em tratar crianças, me entusiasmei com a oncologia infantil. Tinha, e tenho ainda hoje, um carinho muito grande por crianças. Elas nos enternecem e nos surpreendem como suas maneiras simples e diretas de ver o mundo, sem meias verdades.
Nós médicos somos treinados para nos sentirmos "deuses". Só que não o somos! Não acho o sentimento de onipotência de todo ruim, se bem dosado. É este sentimento que nos impulsiona, que nos ajuda a vencer desafios, a se rebelar contra a morte e a tentar ir sempre mais além. Se mal dosado, porém, este sentimento será de arrogância e prepotência, o que não é bom. Quando perdemos um paciente, voltamos à planície, experimentamos o fracasso e os limites que a ciência nos impõe e entendemos que não somos deuses. Somos forçados a reconhecer nossos limites!
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Nesse hospital, comecei a freqüentar a enfermaria infantil, e a me apaixonar pela oncopediatria. Mas também comecei a vivenciar os dramas dos meus pacientes, particularmente os das crianças, que via como vítimas inocentes desta terrível doença que é o câncer.
Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento destas crianças. Até o dia em que um anjo passou por mim.. Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada, porém por 2 longos anos de tratamentos os mais diversos, hospitais, exames, manipulações, injeções, e todos os desconfortos trazidos pelos programas de quimioterapias e radioterapia. Mas nunca vi meu anjo fraquejar. Já a vi chorar sim, muitas vezes, mas não via fraqueza em seu choro. Via medo em seus olhinhos algumas vezes, e isto é humano! Mas via confiança e determinação. Ela entregava o bracinho à enfermeira, e com uma lágrima nos olhos dizia: faça tia, é preciso para eu ficar boa.
Um dia, cheguei ao hospital de manhã cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. E comecei a ouvir uma resposta que ainda hoje não consigo contar sem vivenciar profunda emoção. Meu anjo respondeu:
- Tio, disse-me ela, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade de mim. Mas eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!
Pensando no que a morte representava para crianças, que assistem seus heróis morrerem e ressuscitarem nos seriados e filmes, indaguei:
- E o que morte representa para você, minha querida?
- Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e no outro dia acordamos no nosso quarto, em nossa própria cama não é?
(Lembrei minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, costumavam dormir no meu quarto e após dormirem eu procedia exatamente assim).
- É isso mesmo, e então?
- Vou explicar o que acontece, continuou ela. Quando nós dormimos, nosso pai vem e nos leva nos braços para o nosso quarto, para nossa cama, não é?
- É isso mesmo querida, você é muito esperta!
- Olha tio, eu não nasci para esta vida! Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!
Fiquei "entupigaitado". Boquiaberto, não sabia o que dizer. Chocado com o pensamento deste anjinho, com a maturidade que o sofrimento acelerou, com a visão e grande espiritualidade desta criança, fiquei parado, sem ação.
- E minha mãe vai ficar com muitas saudades minha, emendou ela.
Emocionado, travado na garganta, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei ao meu anjo: - E o que saudade significa para você, minha querida?
- Não sabe não tio? Saudade é o amor que fica!
Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um dar uma definição melhor, mais direta e mais simples para a palavra saudade: É o amor que fica!
Um anjo passou por mim... Foi enviado para me dizer que existe muito mais entre o céu e a terra, do que nos permitimos enxergar. Que geralmente, absolutilizamos tudo que é relativo (carros novos, casas, roupas de grife, jóias) enquanto relativizamos a única coisa absoluta que temos, nossa transcendência.
Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas me deixou uma grande lição, vindo de alguém que jamais pensei, por ser criança e portadora de grave doença, e a quem nunca mais esqueci. Deixou uma lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores.
Hoje, quando a noite chega e o céu está limpo, vejo uma linda estrela a quem chamo "meu anjo, que brilha e resplandece no céu. Imagino ser ela, fulgurante em sua nova e eterna casa.
Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que ensinastes, pela ajuda que me destes. Que bom que existe saudades! O amor que ficou é eterno”.
Rogério Brandão
Médico oncologista clínico
RC Recife Boa Vista D4500
Cremepe 5758

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Não Existem Erros e Nem Problemas, Apenas Lições


Por Sandra Regina da Luz Inácio
O Crescimento Humano é um processo de experimentação, onde as falhas quanto o sucesso são parte do processo. Ambas importantíssimas, ambas extremamente necessárias.

Como iremos avaliar o que é doce, sem experimentarmos o amargo. O quanto gostamos ou odiamos um ou o outro.

Como mensurar o que é certo para nós sem experimentarmos ou vivermos ou sentirmos a experiência do outro a qual percebemos ser errada para nós.

Uma lição é repetida até que seja aprendida. Será apresentada a você em várias formas, até que você enfim entenda. Caso não aprenda facilmente, elas se tornarão mais difíceis. A dor

Se você não aprender as lições fáceis, elas se tornam difíceis. Para que você busque e se interiorize é necessário que existam problemas (ou aprendizado) externos. Quando você limpa obstruções no seu interior, seu mundo exterior muda.

Você só saberá quando aprendeu uma lição, quando suas ações mudarem e você se sentir bem com elas.

Os outros devem ser um espelho para você. Você não pode amar ou odiar alguma coisa no outro a menos que reflita algo que você ama ou odeia em você mesmo.

Sua vida, só você pode escolher. A vida é feita de escolhas, reflita sobre todos os pontos de vista antes de fazer estas escolhas. As vezes você as leva para o resto da vida.

Você sempre consegue o que quer. Seu subconsciente determina quais experiências e pessoas você atrai. Assim, o único jeito correto de saber o que você quer é ver o que você tem. Não existem vítimas, apenas aprendizes.

Não existe certo ou errado, mas existem conseqüências. Passar a mão na cabeça não ajuda. Julgar também não. Apenas faça o melhor que puder e souber fazer.

Todas as respostas estão dentro de você. Tudo que você precisa é olhar, prestar atenção, e confiar.

Admire, não inveje. A admiração nos faz crescer e também sermos admirados.

Sempre transforme seus movimentos em oportunidades.

Jamais se esqueça que HOJE é o melhor dia de sua vida. O ontem você não pode mudar, o amanhã ainda não existe. Então, hoje é o melhor dia da sua vida com certeza, porque é a única coisa que realmente você tem.

Não existem perdas e sim a transformação de todas as coisas existentes, incluindo a sua vida, seus valores, desejos e amores.

Original em:

sábado, 8 de novembro de 2008

As Lições dos Gansos

Quando um ganso bate as asas, cria um "vácuo" para o pássaro seguinte. Voando numa formação em "V", o bando inteiro tem o seu desempenho 71% melhor do que se a ave voasse sozinha.
Lição: Pessoas que compartilham uma direção comum e senso de comunidade podem atingir seus objetivos mais rápido e mais facilmente pois estão contando com a ajuda de outros.
Sempre que um ganso sai de formação, sente subitamente a resistência por tentar voar sozinho e, rapidamente, volta para a formação, aproveitando a "aspiração" da ave imediatamente à sua frente.
Lição: Se tivermos tanta sensibilidade como um ganso, permaneceremos em formação com aqueles que se dirigem para onde pretendemos ir e nos dispomos a aceitar a sua ajuda, assim como prestar a nossa aos outros.
Quando o ganso líder se cansa, muda para trás na formação e imediatamente, um outro ganso assume o lugar, voando para a posição de ponta.
Lição: É preciso acontecer um revezamento das tarefas pesadas e dividir a liderança.
As pessoas, assim como os gansos, são dependentes umas das outras. Os gansos de trás, na formação, grasnam para incentivar e encorajar os da frente a aumentar a velocidade.
Lição: Precisamos nos assegurar que nosso "grasno" é ENCORAJADOR, e não outra coisa...
Quando um ganso fica doente, ferido ou abatido, dois gansos saem da formação e seguem-no para ajudá-lo ou protegê-lo. Ficam com ele até que esteja apto a voar de novo ou morra. Só assim, eles voltam ao procedimento normal, com outra formação, ou vão atrás do bando.
Lição: Se tivermos bom senso tanto quanto os gansos, também estaremos ao lado dos outros nos momentos difíceis.
(Desconheço a autoria)

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Quatro lições sobre violência passiva


Nos últimos anos, a divisão dos jovens da SGI-USA está patrocinando a campanha Victory Over Violence (Vitória Sobre a Violência). Um dos maiores colaboradores deste projeto é Arun Gandhi, neto do pacifista Mahatma Gandhi e fundador do Instituto para Não-Violência M.K.Gandhi. Em uma de suas palestras - realizada no Centro Comunitário da Soka Gakkai de Santa Mônica, em Los Angeles - ele compartilhou quatro lições sobre a violência passiva que aprendeu com seu avô.

Lição 1 – Violência contra a humanidade através de um toco de lápis.
Quando Arun tinha 13 anos, ele morava com seu avô. Um dia, enquanto voltava para casa, ele jogou na rua um toco de lápis de três centímetros que o Gandhi havia lhe dado. Arun achava que o lápis era muito pequeno e por isto, merecia um novo. Nesta noite, ele solicitou um novo e Gandhi perguntou sobre o lápis e a razão dele tê-lo jogado, solicitando que o neto o procurarasse. Em meio a escuridão e somente com uma lanterna, Arun vasculhou por duas horas antes de achá-lo.
Então, o avô lhe ensinou duas lições que se tornaram valiosas para ele. A primeira foi de que mesmo um pequeno e simples objeto, como um lápis, requer o uso dos recursos naturais do mundo. Descartá-lo é sinônimo de descartar os recursos do mundo e isto é uma violência contra a natureza. A segunda foi que embora possamos ter condições de adquirir inúmeros bens, algumas vezes os utilizamos de forma indiscriminada, consumindo recursos além do necessário.
Quando os consumimos em excesso, estamos privando que estes possam ser direcionados para pessoas que vivem na miséria e esta é uma violência contra a humanidade. Gandhi ensinou que, muitas vezes, as nossas pequenas ações diárias são atos de violência e que somente tomando o devido cuidado com os pequenos detalhes é que seremos capazes de resolver as grandes violências que ocorrem no mundo.

Lição 2 – Árvore Familiar da Violência
Gandhi ensinou ao jovem Arun que nós devemos compreender o que é a violência, antes de compreendermos o significado da não-violência. Ele sentia que isto era necessário para que pudéssemos compreender o volume de atos violentos que praticamos todos os dias. Gandhi sugeriu para que o neto desenhasse uma "Árvore Familiar da Violência", sendo que a violência seria o tronco e a violência física e a violência passiva como dois ramos. Em seguida, ele explicou que a violência física é fácil de ser compreendida, pois causa feridas na pessoa atingida. Entretanto, a violência passiva - como a opressão, repressão, ódio, insulto e preconceito - não pode ser necessariamente observada. Assim, a violência passiva - a qual geramos a todo momento - faz brotar o sentimento de raiva na vítima e provoca a violência física. A violência passiva é o combustível que faz acender a violência física.
Desta forma, Gandhi ensinou que para cessarmos a violência, é fundamental rompermos a sua fonte, ou seja, a violência passiva. O pacifista indiano ensinou que devemos ser os precursores das mudanças que gostaríamos de presenciar e que isto somente é possível através do ato de compreendermos o quão violentos somos. Ele acrescentou que se vivermos negando nossa violência, somente iremos permitir que ela continue presente.

Arun compartilhou esta compreensão com Gandhi desde a tenra infância, construindo esta "Árvore Familiar da Violência". Ele escrevia diariamente sobre os seus sentimentos, ações e palavras, assim como os fatos que presenciava. Por fim, ele compreendeu o quão violento ele era e através deste exercício, começou a mudar o seu comportamento.

Lição 3 – Confiança e Ação Construtiva
Gandhi ensinou que cada indivíduo possui um talento, na qual pode ser adquirido ou inerente. Entretanto, as pessoas geralmente acreditam que este talento pode ser dispendido de acordo com o seu próprio desejo. Gandhi acreditava que nós não éramos proprietários deste talento, mas que este nos era confiado.
Logo, este deveria ser utilizado em prol do bem estar social. Isto significa muito mais do meramente distribuir algo para alguém necessitado. Uma atividade compassiva é diferente, pois requer a interrupção do que estamos realizando neste momento e o redirecionamento de nossas energias em prol de uma solução para quem necessita de nossa ajuda. Requer que possamos encontrar a causa de uma determinada situação e de forma concreta, colaborar para que o indivíduo utilize o seu talento, com o objetivo de transformar esta circunstância para melhor. Tudo isto requer um sacríficio de tempo pessoal, para que possamos tanto conhecer o outro, como ajudá-lo na resolução do seu problema.

Lição 4 – Jornal da Raiva
Gandhi ensinou que a raiva é positiva, quando ela é compreendida e direcionada de forma efetiva e inteligente. Ele declarou que a raiva é como a eletricidade, na qual se utilizada de modo inadvertido pode destruir a todos; mas, se canalizada de forma inteligente, pode ser utilizada para o bem da sociedade. Gandhi sugeriu que Arun mantivesse um "Jornal da Raiva", na qual ele escreveria todas as vezes que estivesse irado, ao invés de tomar uma ação com base neste estado de vida. Entretanto, Gandhi enfatizou que o jornal deveria ser escrito com o objetivo de encontrar uma solução construtiva para a raiva, ao invés de mantê-la viva dentro de si e que para o seu neto pudesse aprender a canalizar esta emoção de forma construtiva e enriquecedora.

Original em:

terça-feira, 4 de novembro de 2008

O tempo

:: Rodolfo Fonseca ::
A noção de tempo mais comum para humanidade é a linear: onde a sucessão de eventos vêm do futuro, passando pelo presente e se transformando-se em passado num fluxo sucessivo e inabalável.
Existem pessoas que acreditam poder captar o tempo de outra forma, sob um outro ponto de vista. Essa compreensão seria mais abrangente e iria além da noção de linearidade, ou seja, vislumbrar o futuro, sabendo de antemão o que acontecerá. Essas pessoas sempre estiveram presentes na história da humanidade: Videntes, para-normais, místicos ou bruxos...
No futuro estão os eventos que ainda não aconteceram para nós. Por conta disso, não podemos saber deles até o momento em que efetivamente ocorrem. Mas alguns acreditam que todos possuímos a capacidade de vislumbrá-lo, usando um sentido pouco explorado chamado Intuição.
Particularmente vejo o futuro baseado na lei Causa e efeito. O futuro pode ser previsto quando tratamos de nossa vida, ou o que fazemos por ela. Pequenas atitudes que são tomadas em momentos de descontração traçam nosso futuro sem que nós percebamos. Porém existe também o aprendizado que para mim é muito mais espontâneo. Baseado em uma necessidade de aprendizado, são traçados acontecimentos que nos põem em situações totalmente inesperadas, propositalmente para nos fazer entender algo que havíamos ignorado, mas que fazia parte de nosso caminho, ou seja, se de alguma forma consigamos antecipa-lo, imediatamente será criada outra situação e o futuro será refeito.
Para crer nessa hipótese, é preciso ter fé em algo maior, que cuida de cada um de nós para que tenhamos aprendido nossa lição antes de abandonar o corpo físico.
Concluo afirmando que o tempo, de uma forma geral, não existe. E sim várias lições de vida que devem ser vistas, ouvidas, sentidas e por fim – Aprendidas.
Rodolfo Fonseca é co-fundador do Site Somos Todos UM
Visite seu Site
Email: rodolfo@somostodosum.com.br
Original em:

Seguidores

Visualizações nos últimos 30 dias

Visitas (clicks) desde o início do blog (31/3/2007) e; usuários Online:

Visitas (diárias) por locais do planeta, desde 13/5/2007:

Estatísticas