sábado, 27 de novembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
As pequenas coisas e os valores
| Estamos esquecendo as pequenas coisas e os valores importantes Escrito por Jorge Alberto Françóia |
| Ter, 05 de Maio de 2009 00:00 |
Muitas vezes começamos o nosso dia muito atarefados e deixamos de lado algumas palavras que são de vital importância no relacionamento humano como: bom dia, obrigado, como vai, como tem passado, o que tem feito de bom ou um simples oi. Essas palavras têm que ser parte integrante de nosso vocabulário diário: elas nos aproximam das pessoas, fazem nos sentir melhor, nos ajudam a encontrar novas amizades e a reabastecer as velhas. Sorria e diga palavras gentis, cordiais e que inspiram o grande sentimento de amor que tem em seu coração. Agindo assim, mais pessoas irão querer estar ao seu lado. Aproveite a oportunidade e libere toda essa cordialidade que está dentro de seu peito e verá, sentirá e ouvirá que seu dia se transformará em um excelente, animado e grandioso momento de felicidade, além de lembrar seu coração o valor da amizade sincera. A amizade sincera é fonte de amor. O amigo é aquele que ouve as nossas reclamações, chora por nós, nos defende em qualquer circunstância. Na dificuldade é quem nos ampara. Cultive um amigo verdadeiro e seja um amigo verdadeiro. Muito cuidado com as suas amizades, veja e sinta qual delas é importante para você. Qual delas você têm certeza que lhe ajudará nos momentos de dificuldades. Nos seus relacionamentos seja você mesmo. Sinta se as pessoas que estão junto de você não estão por algum interesse. A amizade é muito importante em nossa vida. O amigo verdadeiro não concorda com tudo que fazemos. Critica de forma construtiva os nossos atos inconseqüentes. Presta atenção em nossos sentimentos. Enxuga uma lágrima e observa tudo que temos para falar. Reflita sobre as suas amizades. Elas estão sendo boas para você? Você também está sendo um bom amigo(a)? É nas horas de desespero, de angústia que conhecemos as verdadeiras amizades. Hoje, reparando nos jovens, todas as pessoas, para eles, são consideradas amigas. Encontrou alguém na balada, já se torna amiga. É assim que as amizades vão se formando, muitas sem solidez nenhuma, muitas por interesse e poucas por gostar muito do outro, por se compatibilizar com o outro. Se fizermos uma análise real de nossas amizades veremos que sobram poucos amigos. Amigo, como diz a música, “é coisa para se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração”. Preservar um amigo é como cuidar da saúde, dizia certa pessoa, “nunca damos conta do seu verdadeiro valor até perdermos”. Aproveite todos os dias de sua vida para fazer uma nova amizade ou reconquistar uma que está perdida. Jorge Alberto Françóia Capturado no endereço: |
domingo, 1 de agosto de 2010
A importância dos amigos
Amigos fazem probabilidade de sobrevivência aumentar em 50%, diz estudo Pesquisadores americanos afirmam que ter poucos amigos é tão prejudicial à saúde como fumo ou alcoolismo. BBC
Uma pesquisa da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, sugere que ter uma boa rede de amigos e vizinhos pode aumentar as chances de sobrevivência de uma pessoa em 50%.
A pesquisa, publicada na revista especializada PLoS Medicine, chegou a esta conclusão ao analisar dados de cerca de 150 estudos que analisavam as chances de sobrevivência em relação a redes sociais.
Para os pesquisadores americanos, ter poucos amigos pode ser tão prejudicial à sobrevivência de uma pessoa como fumar 15 cigarros por dia ou ser alcoólatra.
Os cientistas acreditam que tomar conta de outras pessoas nos leva a cuidar melhor de nós mesmos.
Para Julianne Holt-Lunstad, que liderou o estudo, há muitas formas pelas quais amigos, colegas e família podem aumentar a saúde e bem-estar de uma pessoa.
"Quando alguém está conectado a um grupo e se sente responsável por outras pessoas, aquele senso de propósito e significado se traduz com a pessoa tomando conta dela mesma e assumindo menos riscos", afirmou.
Para os pesquisadores, perder o apoio social pode diminuir ainda mais as chances de sobrevivência do que obesidade ou sedentarismo.
Sete anos Os cientistas analisaram 300 mil pessoas em quatro continentes em um período de sete anos. Segundo esta análise, aqueles com redes sociais mais fortes se saíram melhor em resultados de saúde e expectativa de vida.
A probabilidade de estas pessoas estarem vivas em qualquer idade era quase duas vezes maior do que daqueles considerados solitários.
O estudo incluiu pessoas de todas as idades, sem levar em conta o estado de saúde inicial dos pesquisados.
"O efeito não é isolado em adultos mais velhos. Relacionamentos fornecem um nível de proteção a todas as idades", afirmou Timothy Smith, outro pesquisador que participou do estudo.
Smith, no entanto, alerta que os aparatos modernos e a tecnologia podem levar algumas pessoas a pensar que redes sociais face a face não são mais necessárias.
"Como humanos, nós encaramos relacionamentos como algo garantido, somos como peixes que não notam a água. A interação constante não é apenas um benefício psicológico, mas influencia diretamente nossa saúde física", acrescentou. ______________________ Original no site:
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Chiquinho e o Loki
Fui ao cinema assistir Loki, um delicioso documentário sobre a vida de Arnaldo Batista, um dos componentes do grupo Os Mutantes, que impactou a música popular brasileira no final dos anos sessenta e começo dos setenta. Loki são dois documentários em um. O primeiro trata de dois garotos (Arnaldo e Sérgio) e uma menina (Rita) que formaram Os Mutantes, vinte anos à frente de seu tempo. Quando o conjunto foi dissolvido, Arnaldo mergulhou em depressão, foi tratado como louco e internado em sanatórios até tentar o suicídio atirando-se pela janela de um hospital e entrando em coma. Aí começa o segundo documentário. Uma fã, Lucinha Barbosa, entrega-se a uma missão quase impossível: trazer de volta à vida o loki Arnaldo Batista, que ela amava. Graças à dedicação de Lucinha, Arnaldo recuperou-se e mesmo com sequelas motoras e na fala, voltou a compor e transformou-se em pintor. E participou do retorno triunfal dos Mutantes em 2006 em Londres. Lucinha casou-se com ele e é o anjo da guarda do Loki. Uma emocionante história de amor. Pois bem... Em 1979, próximo a meu estúdio havia uma escola de música e dança. Eu queria uma atividade física que desse prazer e a dança parecia uma boa idéia. Ao matricular-me conheci o dono da escola: Francisco Florentino Rodrigues, o Chiquinho. Não demorou para eu descobrir que o Chiquinho era um coração com uma pessoa batendo dentro... Desenvolvemos uma amizade de irmãos, chegamos a morar juntos e passamos por momentos inesquecíveis. O Chico, seguindo sua vida como músico, tocando em bandas, fazendo jingles e compondo. E eu tentando virar cartunista. O tempo e as prioridades nos separaram. Pouco nos víamos, mas temos aquele tipo de amizade que não precisa da proximidade física. Só o fato de saber que “ele está lá” basta para me trazer conforto, sabe como é? Cerca de um ano e meio atrás o Chico sumiu. O celular não atendia. Então recebi um email de uma amiga comum: “Parece que o Chiquinho está internado num hospital com problemas sérios de saúde”. O Chico é diabético e já tinha sofrido um infarto. Apreensivo, fui atrás e descobri que ele estava saindo de trinta dias numa UTI depois de mais dois infartos que comprometeram 80% de seu coração. O Chico estava mal! Corri para o hospital para visitar o velho amigo e, ao chegar, conheci a Ângela, que se apresentou como “a namorada do Chico”. Nos últimos 18 meses Chiquinho viveu um calvário, com água no pulmão, insuficiência renal, infecção hospitalar, catarata, feridas nos pés e seguidas internações. Em quase dois anos, deve ter passado a metade do tempo internado. E a Ângela a seu lado. Ângela tem uma filha cantora e entrou em contato com o Chico em 2007, pois ele produzia jingles e poderia se interessar pelo trabalho da menina. Do Orkut surgiu um namoro. Chico com 56 anos, diabético, enfartado, duro, baixinho, careca e feio. E a Ângela com 37, uma bela mulher cheia de energia e um grande sorriso. Quatro meses depois do início do namoro, os dois infartos deram início ao calvário do Chico pelos hospitais. Muita gente sumiu, mas a Ângela ficou. Colocou sua vida de lado para dedicar-se ao Chiquinho, acompanhando-o em todos os momentos, cuidando dele como cuidamos de quem amamos. E graças a Ângela o Chiquinho está vivo. Na manhã de sábado passado em Salto, cidadezinha próxima de São Paulo, num cartório simplesinho, fui padrinho do casamento do Chiquinho com a Ângela. Emocionado vi o velho amigo, com andar frágil, 22 quilos a menos e ossos aparecendo onde sempre havia gordurinhas, mostrar aquele mesmo velho humor. Chico, aos 59 anos, irradiava felicidade. E a Ângela, aos 40, tão feliz quanto. Quem colocou essa moça na vida do Chico? Na hora exata? Que missão é essa que ela cumpre? A Ângela veio do mesmo lugar de onde saiu Lucinha. De uma fábrica de anjos.VEJA A FOTO DOS NOIVOS E COMENTE ESTE TEXTO EM:
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Amigos
A respeito do dia do amigo, no último dia 20/7, recebi um e-mail com esta mensagem.Santo Agostinho, acerca do tempo, diz que, se não for questionado à respeito, ele sabe o que é, mas, se for perguntado, já não sabe mais.
sábado, 14 de março de 2009
O laço e o abraço

Como é curioso um laço... Um fita dando voltas que se enrosca... Mas não se embola. Vira, revira, circula e... Assim como um abraço: coração com coração.
Tudo isso cercado de muito braço. É assim que é o laço: Um abraço no presente... No cabelo... No vestido... Em qualquer coisa que faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando... devagarzinho... desmancha... desfaz o abraço. Solta o presente, o cabelo... E na fita que curioso, não faltou nenhum pedaço.
Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo o que é sentimento? Como um pedaço de fita? Enrosca, segura um pouquinho, mas pode desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas pontas do laço. Recebi por email sem a citação do autor.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Árvores Generosas

Como muitos, recebo diariamente mensagens via email, até mais que o normal, até porque muitos amigos sabendo do meu blog, procuram colaborar. O maior problema é que a maioria vem sem o autor. Normalmente faço uma pesquisa para descobrir e, poucas vezes obtenho sucesso.
Desta vez, porém, encontrei a origem do texto, ou no que ele se inspirou. Trata-se da obra "A árvore generosa", de Shel Siverstein. Clássico da literatura infantil, reeditado no mundo inteiro há 40 anos, ressurge no Brasil, na tradução do escritor Fernando Sabino.
É a imagem que postei junto com o texto.
Espero que tenham apreciado.
Carlos Roberto.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Conselho de pai
CONSELHO DO PAI: NUNCA SE ESQUEÇA DOS AMIGOS E AMIGAS! MAS... os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês.
Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida! Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.
Recebido pelo email sem a citação do autor
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Do mundo virtual ao espiritual















