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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Cão que ladra não morde?


Cão que ladra não morde? (Até onde confiar?)

O ditado popular diz: se latir não morde. Isso pode, ou não, ser verdade, e a intenção da frase é afirmar que quem faz muito alarde não entra em ação nunca.
Voltando para o pensamento para os cães, o mais seguro parece não confiar na "máxima", ainda mais se o animal for um acuado pitbull.
Já com o olhar sobre nós mesmos, é preciso lembrar que somos conduzidos, na maior parte do tempo, por rumores de coisas negativas que poderão acontecer, mantendo um desnecessário estado de ansiedade e aflição.
Se você parar um pouco e deixar sua mente deslizar pelos anos vividos, irá constatar que muitas coisas que nos assustaram simplesmente ficaram na fase da ameaça e não chegaram a tomar forma. Ou seja, foram tal qual um cão que ladra e não morde.
Quem dirige por cidades como a grande São Paulo ou Rio de Janeiro, irá enfrentar, do ponto de sua partida até a chegada ao destino, uma imensidade de situações de risco – carros apressados, pedestres desnorteados, postes, ônibus velozes, carretas, etc. E todos eles são "desastres em potencial" para o motorista.
Ocorre que se cada condutor pensar sobre isso e aceitar o temor do que irá estar adiante, não conseguirão nem sair de casa naquele dia – por desânimo ou medo - e não irão realizar suas metas programadas.
Em verdade, preocupações excessivas não levam a bons resultados, e somente um cuidado deve estar ocupando nossa mente todo o tempo: o respeito para com Deus. Quando Ele determina algo, não é uma hipótese, mas um fato, tal qual sua Palavra criou a luz (Gn 1:3).
Ficar assustado e temeroso com as crises, as ameaças, as doenças, os "inimigos", as pessoas rudes, os patrões que não nos compreendem, familiares, "amigos da onça", não resolve nada e nos tornam tristes e cansados.
Muito bom é o conselho que o próprio Deus nos oferece: Não chameis conjuração (fato válido), a tudo quanto este povo chama conjuração; e não temais o que ele teme, nem tampouco vos assombreis. Ao SENHOR dos Exércitos, a ele santificai; e seja ele o vosso temor e seja ele o vosso assombro. (Isaias 8:12-13).
Texto de autoria de Pastor Elcio Lourenço. Pastor desde 1968.
www.pastorelcio.com
Original em:

domingo, 25 de janeiro de 2009

Será que Deus é culpado?

Finalmente a verdade é dita na TV Americana. A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:

'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?'
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.

Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'

À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:

'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.
E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar).

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar.

Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: 'Está bem!'

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.

Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet. E nós dissemos:

'Está bem, isto é democracia, e eles têm o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'.

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; Porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: Nós colhemos só aquilo que semeamos!!!

Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta dele:
'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno. É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina. É triste como alguém diz:
'Eu creio em Deus'.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também 'Crê' em Deus. É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!

Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!

É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.
Texto recebido pela internet, sem a citação do autor
.

sábado, 15 de novembro de 2008

A dualidade na criação


A ciência nos diz que o universo possui doze bilhões de anos; a terra quatro bilhões de anos. E a vida, habita na terra a quinhentos milhões de anos. Por acaso no princípio a luz se fez; o grande "Big Bang" teoria que propõe explicar a criação do Universo , quando magníficas atividades ligadas a leis físicas, atualmente ignoradas ou pouco conhecidas, determinaram o caos inicial.
Das trevas da inexistência, surgiram as grandes concentrações de regiões nebulosas; massas em condensação, universo em formação; transformações formidáveis que possibilitaram o surgimento de astros de variadas grandezas, agrupando-se em galáxias placentas cósmicas que unindo milhares de coincidências , contemplaram a eternidade com o universo conhecido, vindo do nada, do zero absoluto. A ciência considera tudo obra do acaso.
Dizem os cientistas que da formação do planeta terra até o instante do aparecimento da vida, ou seja, três bilhões e quinhentos milhões de anos, talvez não tenha havido tempo suficiente para o acaso formular reações químicas que disparasse o gatilho da vida, sugerindo, inclusive, a hipótese deste fenômeno de criação ter ocorrido em outro astro e viajado até nós hospedado em material intergalático, desprendido de algum planeta mais antigo e de condições gerais idênticas ao nosso. Ou talvez "um irmão gêmeo , perdido em algum lugar fora de nossa galáxia. Entretanto, mesmo que existam milhões de planetas irmãos, os astrônomos não encontraram um só. E a possibilidade de um dia localiza-los ainda é remota.
De acordo com a teoria da evolução da vida, esta surgiu em nosso planeta quando aminoácidos aquecidos e resfriados deram inicio a existência que ao longo destes quinhentos milhões de anos chafurdou na lama, reciclou-se no mar e rastejou em terra. Na era mesozóica, pequenos, gigantescos e alados dinossauros, dominaram nas planícies, florestas e montanhas durante cento e sessenta milhões de anos, sem adquirir um mínimo de raciocínio que pudesse servir de semente germinadora da inteligência; sucumbiram, sob suas aparentes indestrutíveis carcaças, misteriosamente, por uma causa que até os dias de hoje interroga-nos.

Há alguns séculos atrás ou instantes, considerando a eternidade, nossos cientistas acreditavam que a terra era o centro do universo e tinha a forma de uma mesa. Dizia-se, também, que aquele que ultrapassa-se seus extremos despencaria para um abismo eterno ou cozinharia num mar fervente. Ora, se a recente passado acreditávamos em coisas absurdas para nosso conhecimento atual, quem pode garantir-nos que atualmente não estamos crendo em teorias absurdas para o nosso conhecimento futuro. Se o acaso precisou de mais de onze bilhões de anos para criar a vida orgânica elementar, torna-se paradoxal acreditar que a cerca de apenas 30 mil anos privilegiou e desenvolveu nos homens a inteligência. Como pode, a jovem ciência dos homens, neste lapso de existência tão curto, ter adquirido conhecimentos em graus suficientes para engendrar propostas definitivas.
Por outro lado ao analisarmos a história e progressos da sociedade, desde tempos remotos, poderemos constatar erros e acertos que causaram, quando não a desgraça moral, o extermínio de homens úteis à sociedade que se dedicaram totalmente ao estudo e a investigação da verdade. Cientistas e filósofos despertavam a inveja no poder político-religioso e governantes senhores de guerras. Outrora, a grandeza de uma Nação não se media pela sabedoria de seu povo, mas sim, pelas batalhas vencidas; inimigos passados no fio das espadas, sem perdão. Os costumes mais selvagens serviam de palco para cortes de sedução e volúpia; assassinatos, cantados em prosas e versos, como atos de coragem e desígnios de Deus. E todos, intrépidos cientistas e iluminados filósofos, guerreiros assassinos e religiosos depravados originaram-se casualmente, através do mesmo material e acidental princípio gerador?
A barbárie sempre existiu em nosso planeta, porém, imperou como lei nos primórdios da cultura humana. Não é fácil crer, ou compreensivo aceitar, que a natureza tenha gastado mais de quatro bilhões de anos talvez dez para criar seres, inteligentes, que queimam corpos de animais imolados em um altar, acreditando que o aroma daquele holocausto seria agradável ao próprio criador do sacrificado. Agradável é entender e testemunhar o comportamento social, moral e espiritual que alguns homens, sob a luz do Amor coletivo, tiveram para com os povos de diferentes regiões do planeta e em diferentes épocas: Zoroastro, Pitágoras, Buda, Jesus, Maomé, Ghandi e muitos outros. A teoria darwinista, que propõe a origem comum de todos os seres vivos e a seleção natural do mais apto, através da luta pela existência e sobrevivência, sugere que estes, juntos a aqueles bárbaros, assassinos, ladrões, políticos corruptos e inquisidores tarados, tenham sido paridos (usando uma linguagem figurada mais direta) e conduzidos, lado a lado, através da estrada evolutiva, pelas mãos do independente e imprevisível acaso pelo beneplácito do catecismo científico, verdade indiscutível.

Sendo deste modo, o acaso precisou de quinze bilhões de anos para criar seres, cuja conclusão extrema é o parentesco fisiológico; humanos semelhantes em sua anatomia, porém, enigmaticamente diferentes na conduta; etnias, com antagonismos morais ilógicos para quem compartilha do mesmo meio social; trilhas convergentes à mesma estrada evolutiva. Mais lógico parece-nos crer em uma dualidade na criação: a formação das espécies pelo processo de seleção natural, esta lei desconhecida chamada acaso. E a do comportamento humano, tão diverso e incompreensível mas, com a força imensurável da liberdade; mosaico da vontade própria; vícios e virtudes, amor e ódio, ignorância e sabedoria. A esta igualmente desconhecida lei, também evolucionista, porém, planejada , chamaremos com muita propriedade de "Força Suprema". Porque o comportamento humano, não instintivo a conduta , resulta da aquisição de conhecimentos e conceitos morais, alicerces racionais que desenvolvem e sustentam a inteligência.
A maior liberdade da inteligência é o senso de eternidade, o ato de separar elementos desse universo complexo, os quais só podem subsistir, fora desta totalidade, mentalmente. É a abstração. Tudo que é abstrato não é resultado da natureza orgânica e sim de natureza etérea, de pensamento, de alma, de espírito. É a imaterialidade.
É dom sagrado o homem desfrutar do produto de seu trabalho e de sua inteligência. Por isto, aquele que se esclarece, deve acautelar-se e não se resignar com a providência. Pois, se assim o fizer, estará abrindo mão da razão, da ação, e não agir equivale a não existir. Einstein dizia que "a mais bela emoção é o mistério. Se o homem soubesse de tudo, sua vida perderia a graça, pois a beleza está na curiosidade, no estudo, na pesquisa, na hipótese, na sensação de que sempre falta alguma coisa a saber." Hermes Trimegisto aconselhava:
"Se quiserdes saber o segredo desta força suprema, deveis separar a terra do fogo, o fino e sutil do espesso e grande, suavemente e com todo o cuidado. Sobe da terra ao céu e, dali, volte a terra para receber a força do que está em cima e do que está em baixo."
A ciência tudo pode porque o homem a tudo aprende. E aprenderá que o principio criador é lento e brando, mas Onipotente; incomensurável e infinito, mas Onipresente; misterioso e alegórico, mas Onisciente.
Algum dia, ao olharmos para a abóbada celeste, reconheceremos a assinatura de DEUS, subscrito, Grande Arquiteto do Universo.
Autor:Paulo Roberto Marinho

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A Transformação do Homem em Deus

O poder de Deus é incomensurável e ilimitado. A grande diversidade que você percebe quando observa o universo é resultado do poder divino de iludir. O universo físico visível aos olhos humanos é apenas uma parte muito pequena do infinito poder de Deus. Todos os mundos podem ser cobertos por apenas uma fração do pé do Senhor. É impossível entender a grandeza do Senhor. Ele permeia todo o universo, grosso e sutil. Não há lugar onde Ele não esteja.

O Universo

O universo é o corpo de Deus. Ele encarnou-se na criação. Para entender o princípio divino no qual repousa o universo, você pode começar considerando o tamanho, a vastidão do universo. A Lua está a centenas de milhares de milhas da Terra. O Sol está a dezenas de milhões de milhas. Até mesmo a estrela mais próxima está a milhões e mais milhões de milhas; e, além disso, nos limites mais longínquos do universo visível, há estrelas que estão bilhões de vezes mais longe. Mas tudo isso que constitui o universo físico e que para nossa visão limitada é tão infinitamente vasto, é apenas uma minúscula parte do universo sutil. Comparado a este universo sutil, todo o grande universo físico não é maior do que o tamanho de um átomo.

O universo sutil, que é tão indescritivelmente grande quando comparado ao universo físico, é apenas uma parte microscópica de um aspecto muito, muito mais vasto que pode ser exposto como o universo causal. Este é conhecido como universo causal por ser desse finíssimo aspecto que se originam os mundos físico e sutil. Todos estes três mundos, o físico, o sutil (ou mental) e o causal são tão incrivelmente grandes que as escrituras declaram que estes não podem ser entendidos pela mente humana ou descritos em palavras. Esses mundos estão além da imaginação, além da habilidade mental de entendimento. Ainda assim, além de todos esses, transcendendo o físico, o sutil e o causal, está o princípio divino, a causa fundamental de tudo.

O Caminho da Devoção

Deus está além do físico, do sutil e do causal. Mas, como Soberano, Ele governa todos estes. Ele é o Senhor do tempo: passado, presente e futuro. Aos seres humanos foram dadas capacidades limitadas, assim, é muito difícil entender o princípio divino.

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