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domingo, 1 de março de 2009

Os Elementais


Forças das substância-vida dos planos de existência do universo. Esses seres elementais são gerados dos elementos da Natureza: terra, água, fogo, ar e éter, mas quanto mais próximos dos mundos abstratos, de modo mais límpido refletem o que lhes é imanente.
Deus, por interferência amorosa de Seres de Luz que trabalham de forma a unificar os universos em nome do Amor Divino, concedeu a três Reinos, paralelamente, a oportunidade de evolução. Estes três Reinos são: Elemental, Angélico e Humano.
Elementais são os dinamizadores das energias das formas na Natureza.O Reino elemental aprende a controlar a energia através do pensamento, mantendo um determinado padrão ou molde/matriz.

Os elementais evoluem desde os seres microscópios a Construtores das formas. Eles exteriorizam toda forma, incluindo os corpos humanos, montanhas, rios, etc.; eventualmente alcançam o estado de um poderoso Elohim ou uma Veladora Silenciosa.

Os seres dos Elementos foram criados para servir à humanidade, através de seu próprio trabalho específico. É pelo esforço e pelo uso de sua vida que esses seres nos suprem com as vestes de carne que usamos, com a água que bebemos, com o alimento tão abundantemente fornecido; com o ar que respiramos e com todas as coisas de que necessitamos para sustentar-nos na Terra. O Plano Divino de Vida providencia para que o homem seja servido com AMOR e, em troca, retorne AMOR, GRATIDÃO e BÊNÇÃOS aos Seres Elementais.

São os pensamentos e sentimentos ruinosos da própria humanidade os causadores de todas as expressões destruidoras apresentadas por esses elementais em forma de furacões, vendavais, ressacas, terremotos. Todas as avalanches da Natureza são, meramente, uma tentativa dos seres elementais de projetar PARA FORA, a impureza e discórdia que o homem tem imposto ou depositado sobre eles-esses abnegados seres que vos vem servindo por milhões de séculos.
A matéria usada, que é depositada dentro da terra e das águas, a energia impura que se espalha no ar, causam uma pressão de criações humanas, não somente no próprio homem, como também no Reino Elemental. Em geral esses entes são desfeitos ao concluírem sua tarefa, mas alguns subsistem até que, por não estarem vivifivados pelo impulso que os criou, se “dissolvam” em sua substância de origem. Há seres elementais constituídos artificialmente pelo homem (encarnado ou não), ou por outras entidades autoconscientes, por meio da força do pensamento ou do desejo. Chegam a atuar no plano físico-etérico, às vezes interferindo positiva ou negativamente no trabalho dos devas. Essas criações do psiquismo humano serão dissolvidas pela lei da purificação e, no próximo ciclo planetário, os membros desta humanidade, por estarem em contacto com a própria mônada, poderão colaborar de modo mais efetivo com o Plano Evolutivo. A maior parte dos seres elementais com que o homem se relacionou até hoje foram os da terra e os da água. Estes respondem a estímulos do plano astral, ao passo que os do ar e do fogo tem maior sintonia com a energia elétrica mental. Como os seres elementais são corporificações da substâncias dos mundos das formas, estão sujeitos a impulsos involutivos, devido às forças caóticas profundamente infiltradas nos planos materiais na presente fase da Terra. Sua participação em trabalhos de magia engendrados pelo homem evidencia esse fato. A elevação da consciência humana dissipará as ilusões que em grande parte tem caracterizado o seu contacto com os elementais. Assim, o relacionamento com esses seres, ainda misteriosos para a maioria, advirá do conhecimento espiritual e perderá a conotação fantasiosa e em certos casos utilitarista que lhe foi atribuída. As leis que ordenam as combinações de átomos e moléculas são reflexos das que regem as inter-relações das forças elementais. Uma das implicações negativas das experiências com energia atômica empreendidas pela ciência moderna é o desequilíbrio do reino elemental, base da manifestação deste universo planetário. Todavia, em geral, os que insistem nessas ações destruidoras consideram a vida dinâmica e pulsante do reino elemental produto da imaginação. O contacto consciente da humanidade futura com os elementais deve dar-se por intermédio do reino dévico, e não diretamente.
A história nos conta sobre esses seres, desde a mais remota antiguidade. E, os antepassados de toda a humanidade legaram inúmeros relatos a respeito dos mesmos.No início, nos primórdios da humanidade, os seres da natureza, encarregados de cada elemento, cuidaram para que tudo fosse feito com exatidão e ordem:
a)- ATerra ainda numa massa de gases de matéria incandescente radioativa, coube aos elementais do fogo executarem seu trabalho;
b)- Na época dos grandes ventos, os elementais do ar, zelaram pela evolução desses gases de modo a tornar o ambiente apto a receber formas de vida:
c)- Quando esses gases se precipitaram sobre a água, os elementais da água modificaram o aspecto denso desse líquido;
d)- Então, iniciou-se a solidificação, surgindo aos poucos os continentes que foram fertilizados pelos elementais da terra.
Como vemos, a criação representa um todo inseparável, formando uma corrente cujos elos não podem ser rompidos, se não quisermos provocar uma catástrofe de caráter irremediável.
A hierarquia cósmica é similar à hierarquia atômica. Os seres cósmicos de luz se manifestam pela primeira vez na Ordem dos Elohim, na forma de elementais do fogo, do ar, da água, e da terra.
Se gostou veja o artigo completo no original:

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A dualidade na criação - I


A ciência nos diz que o universo possui doze bilhões de anos; a terra quatro bilhões de anos. E a vida, habita na terra a quinhentos milhões de anos. Por acaso no princípio a luz se fez; o grande "Big Bang" teoria que propõe explicar a criação do Universo , quando magníficas atividades ligadas a leis físicas, atualmente ignoradas ou pouco conhecidas, determinaram o caos inicial.

Das trevas da inexistência, surgiram as grandes concentrações de regiões nebulosas; massas em condensação, universo em formação; transformações formidáveis que possibilitaram o surgimento de astros de variadas grandezas, agrupando-se em galáxias placentas cósmicas que unindo milhares de coincidências , contemplaram a eternidade com o universo conhecido, vindo do nada, do zero absoluto. A ciência considera tudo obra do acaso.

Dizem os cientistas que da formação do planeta terra até o instante do aparecimento da vida, ou seja, três bilhões e quinhentos milhões de anos, talvez não tenha havido tempo suficiente para o acaso formular reações químicas que disparasse o gatilho da vida, sugerindo, inclusive, a hipótese deste fenômeno de criação ter ocorrido em outro astro e viajado até nós hospedado em material intergalático, desprendido de algum planeta mais antigo e de condições gerais idênticas ao nosso. Ou talvez "um irmão gêmeo , perdido em algum lugar fora de nossa galáxia. Entretanto, mesmo que existam milhões de planetas irmãos, os astrônomos não encontraram um só. E a possibilidade de um dia localiza-los ainda é remota.

De acordo com a teoria da evolução da vida, esta surgiu em nosso planeta quando aminoácidos aquecidos e resfriados deram inicio a existência que ao longo destes quinhentos milhões de anos chafurdou na lama, reciclou-se no mar e rastejou em terra. Na era mesozóica, pequenos, gigantescos e alados dinossauros, dominaram nas planícies, florestas e montanhas durante cento e sessenta milhões de anos, sem adquirir um mínimo de raciocínio que pudesse servir de semente germinadora da inteligência; sucumbiram, sob suas aparentes indestrutíveis carcaças, misteriosamente, por uma causa que até os dias de hoje interroga-nos.

Há alguns séculos atrás ou instantes, considerando a eternidade, nossos cientistas acreditavam que a terra era o centro do universo e tinha a forma de uma mesa. Dizia-se, também, que aquele que ultrapassa-se seus extremos despencaria para um abismo eterno ou cozinharia num mar fervente. Ora, se a recente passado acreditávamos em coisas absurdas para nosso conhecimento atual, quem pode garantir-nos que atualmente não estamos crendo em teorias absurdas para o nosso conhecimento futuro. Se o acaso precisou de mais de onze bilhões de anos para criar a vida orgânica elementar, torna-se paradoxal acreditar que a cerca de apenas 30 mil anos privilegiou e desenvolveu nos homens a inteligência. Como pode, a jovem ciência dos homens, neste lapso de existência tão curto, ter adquirido conhecimentos em graus suficientes para engendrar propostas definitivas.

Por outro lado ao analisarmos a história e progressos da sociedade, desde tempos remotos, poderemos constatar erros e acertos que causaram, quando não a desgraça moral, o extermínio de homens úteis à sociedade que se dedicaram totalmente ao estudo e a investigação da verdade. Cientistas e filósofos despertavam a inveja no poder político-religioso e governantes senhores de guerras. Outrora, a grandeza de uma Nação não se media pela sabedoria de seu povo, mas sim, pelas batalhas vencidas; inimigos passados no fio das espadas, sem perdão. Os costumes mais selvagens serviam de palco para cortes de sedução e volúpia; assassinatos, cantados em prosas e versos, como atos de coragem e desígnios de Deus. E todos, intrépidos cientistas e iluminados filósofos, guerreiros assassinos e religiosos depravados originaram-se casualmente, através do mesmo material e acidental princípio gerador?
Autor: Paulo Roberto Marinho

terça-feira, 28 de outubro de 2008

A humanidade está louca?


Silvia Malamud, psicóloga, silvimak@gmail.com
Loucura é sofrer e concluir que viver desta maneira é normal. Loucura também é estar parado no tempo se repetindo indefinidamente nos mesmos padrões. Loucura é ficar no conhecido "piloto automático" tendo um tipo de reatividade para cada demanda que a vida nos incita e sequer se dar conta de que não há qualquer autonomia sobre si mesmo, portanto, sobre a própria existência.
Num processo gradativo, a nossa percepção pouco a pouco acabou sendo minada. Passamos a achar normal uma vida medíocre sem grandes entendimentos sobre nós mesmos. Pensamos ser normal correr atrás de uma ganância desenfreada alimentada por uma competição atroz.
Pouco a pouco, perdemos a referência de quem somos e o pior é que passamos a achar que a baixa qualidade de prazer que temos na vida é normal. Não nos apropriamos de nós mesmos e, como conseqüência, deixamos de existir como consciências quânticas que somos, passando a funcionar num limiar muitíssimo baixo.
Através de uma comprometida busca pelo encontro com o que nos é pessoal, os nossos processos de lucidez e de emancipação do eu autogerador de um si mesmo consciente e, portanto, criativo, têm portas abertas para se inaugurar. A preconização é de que estejamos lúcidos, atuantes, criativos e prazerosos em todos os nossos processos, que nada mais são do que as jornadas conscienciais do nosso dia-a-dia.
À medida que nos libertarmos de sistemas de crenças aprisionantes, bem como de tudo o que nos mantêm grudados numa tela de aparente movimento, estaremos exatamente no caminho da lucidez. Neste sentido, todo processo de crise existencial é bem-vindo como válvula propulsora de uma transformação pessoal.
Nesta etapa, pela experimentação consciente e totalmente vitalizados, estaremos na nota do prazer, em busca dos mais diversos tipos de conhecimento e em conseqüência, a cada nova descoberta teremos a oportunidade de nos renovarmos. Levamos um enorme tempo nos alimentando por critérios morais impostos e auto-impostos, por noções de certo e errado e por tudo o mais deste orbe que costuma nos compor. Ocorre que todos nós, ao menos uma vez na vida, num determinado instante somos acometidos por uma espécie de "ataque de lucidez" onde passamos a ser e a pensar por nós mesmos questionando toda essa "engenhoca" na qual nos transformamos.
Quase sempre no início da idade adulta, quando já estamos identificados com tudo o que diz respeito a este plano, é que podemos começar a ter vislumbres de percepção de existirmos em nós mesmos. A seguir, costuma acontecer uma sensação de "descolamento". É quando nos percebemos existindo independentes de qualquer sistema em que estejamos inseridos.
Depois desta percepção, que dependendo da pessoa poderá acontecer com maior ou menor intensidade, é bastante comum seguir os mais diversos rumos de acordo com a ampliação da consciência que este eu percebido promove em cada um de nós.Este momento também pode passar de modo obscuro para a grande maioria e para outros pode causar um enorme impacto na medida em que se tem um vislumbre da unidade que todos nós somos.
Mesmo que seja por apenas um instante, esta sensação/percepção do UM é extremamente delicada, posto que é neste ponto que a consciência, assolada pelo medo do desconhecido pode seguir o caminho que envolve uma possível paralisação existencial. Através de profundas experiências individuais ocorre a possibilidade de transcender os limites impostos pelas crenças assimiladas como únicas verdades. É neste momento que começamos a ter consciência do que significa a existência em si.
Para falarmos deste estado de consciência de si mesmo e da sanidade, precisaremos entrar em contato com algumas das vertentes que norteiam a psique humana e observar a sua singularidade. Portanto, aqui cabe um foco de alta definição se você estiver neste tipo de busca de encontro consigo mesmo.
Esta jornada pela sua lucidez na certa vai impulsioná-lo a buscar parceiros que possam compartilhar desses seus momentos de transformação e de resgate de si mesmo. A idéia é que de fato você busque parcerias adequadas e tome um cuidado especial para que não entre em algum outro tipo de sistema de crença camuflado que vende ilusões de idéias sensacionalistas sobre significados de como que se alcançar um suposto nirvana.
O nirvana está na capacidade da presença autoconsciente no agora. Isso mesmo, na lucidez que se tem a cada microssegundo de nossas vidas. No prazer que este status nos oferece e na mais absoluta certeza de que isso sim é que é estar plenamente sentindo-se vivo e, por conseqüência fora de qualquer espécie de insanidade.
Busque parcerias que possam estar na mesma senda que você, mas seja extremamente criterioso nessa busca.
Evite escorregar em padrões conhecidos. Fique atento porque este lugar aqui proposto requer um esforço inicial para que uma mudança efetiva se inaugure em você. Se acaso se perceber muito mental ou só emocional, saiba que está caminhando na direção oposta do que procura.
A parceria pode ser por meio de yoga, terapia, meditação ou por algum assunto que o envolva em criatividade e elaboração. Sempre elaboração sobre o vivenciado e esta pode vir em forma de insights e pensamentos, mas invariavelmente deverá acontecer, para que o agora esteja efetivamente presente e dinamizado em todos os seus momentos.

sábado, 18 de outubro de 2008

Física quântica aplicada à era da consciência




SOMOS CONSCIÊNCIAS MULTIMODAIS COEXISTINDO EM DIVERSAS REALIDADES:

Somos compostos por milhares de fragmentos de luz, que estão simultaneamente em diversas realidades habitando outros tempos e histórias.
Temos fragmentos de lembranças dessas outras dimensões onde estamos coexistindo, mas ainda não estamos desenvolvidos o suficiente em lucidez para acessar essas vidas - realidades com plenitude.
Somos parte de um montante holográfico. Nossa totalidade divide-se em algo como se fossem pontos de luz/consciência estando simultaneamente em todos os tempos.
Saber dessa condição nos faz concluir que podemos ter acesso constante aos outros tempos nossos de atuação e também nos habilita a ampliar as nossas capacidades totais, pois certamente poderemos a todo instante criar novas realidades.
Todas as vertentes de um projeto/vida estão extradimensionadas em realidades paralelas que chamamos de multimodais e algumas dessas possibilidades podem “colapsar” no plano terrestre a qualquer instante. As nossas crenças se traduzem nas nossas realidades e se você fizer um trabalho eficiente com o seu poder pessoal poderá concretizar muito mais do que jamais imaginou para si mesmo. Nossas crenças subliminares também possuem muita força para se materializar, são pára-realidades prontas, nas quais estamos coexistindo. Por isso a necessidade séria do autoconhecimento, para que jamais possamos criar algo baseado à baixa auto-estima, etc. Por conta disso, a importância de se reconhecer e de se transmutar um pensamento agregado a uma imagem obsessiva. Ex.: Uma constante visualização de um acidente de carro, já está acontecendo em outro nível de realidade... Daí para baixar para este plano, basta um descuido.
Existe uma forma de tratamento para acessar esses padrões de realidades multimodais e transmutá-los, é através de um processo chamada “imagética". Por intermédio de ampliação da consciência em lucidez fora do corpo, também se pode entrar em contato com as outras dimensões nas quais habitamos.
Existem inúmeras consciências que estão aqui no planeta num momento espiritual bastante diferente da consciência do buscador.
Isto mostra um abandono do si mesmo, uma lentidão em captar a realidade e reconhecer-se como individualidade. Mas mesmo para estas que momentaneamente se esquecem de si mesmas e da imensa capacidade criadora que possuem, uma chamado constante para que acordem estará ecoando, mesmo que distante em suas consciências. Este é o processo de individuação que todos nós encarnados passamos em nossa jornada terrena.
Em circunstâncias vizinhas, temos as diversas consciências encarnadas em moldes humanos atuando nas interligações de todas as suas partes, buscando nem que seja apenas por processos intuitivos ainda não conscientes saírem do véu de ilusão em que estão vivendo.
Podemos observar pela nossa própria experiência que a consciência pode se renovar a cada segundo.
O estar parado passa a significar deterioração, pois o tempo na Terra age como um fator ilusório, impulsionando-nos sempre a agir, dando-nos a impressão de que tudo terá um fim. Neste sentido somos acometidos pela oportunidade de usarmos todo esse aparato criativo a nosso favor, buscando nesse movimento, a ampliação da nossa consciência e como conseqüência podemos nos envolver num porquê existencial mais genuíno.
Estamos todos agindo simultaneamente, ora como participantes inseridos dentro de um suposto contexto, ora como observadores nesse imenso show.
Somos os atores de nós mesmos, por isso é que necessitamos saber com clareza e responsabilidade sobre o modo como estamos atuando em cada instante, podendo assim desenvolver as nossas habilidades e sermos os senhores criadores das nossas realidades com total consciência. Definitivamente deixando de ser seres autômatos.
Por isso é altamente relevante a importância da busca sincera e da participação lúcida onde quer que possamos estar. Sempre exigindo de nós mesmos a consciência da totalidade.
Estamos nos aprimorando em nossos caminhos quando em propósitos claros e bem definidos, presentes em nossos corpos físicos, respirando e trocando ar/consciência com todas as atmosferas... Estando em tudo e vivendo o prazer do saber estar. Isto é sagrado, é a mais pura religiosidade que você pode imaginar. É o “religare”.
Tirando proveito de todas as experiências, na consciência do aprender.
Gerando o automerecimento, a auto-estima, ampliando oportunidades criativas para todos.
Somos criadores, criaturas divinas em pleno movimento, sempre.
São as atividades múltiplas e variadas do buscador, que tem como princípio a expansão do eu, mesmo que este não o saiba ainda ao certo.
A consciência do si mesmo vai transformando os universos em que se transita em expirais de movimento para o interior de todo o ser.
É certo que novos caminhos vão se abrindo na medida em que se avança pela própria vontade de se ter consciência e lucidez.
Estes são processos que qualquer consciência encarnada ou não pode passar.
Somos grandes, temos a divindade em nós. É hora de acordar. Busque parcerias que estejam no mesmo propósito.

Curso de ampliação da consciência e experiências fora do corpo com Silvia Malamud. Contatar Fátima no viavydia. Tel;50932446 ou 88320091 ou ainda falar diretamente com Silvia pelo tel 99383142

Silvia Malamud é colaboradora do Site Somos Todos Um desde 2000. Psicóloga e atua em seu consultório em São Paulo. Atendimentos em EMDR, Psicoterapia breve, Quântica e máquina SCIO - a máquina da saúde.
Tel. (11) 9938.3142 - deixar recado.
Autora do Livro: Projeto Secreto Universos

domingo, 12 de outubro de 2008

Pierre - você ficará para sempre!


Fundador da Universidade Internacional da Paz (Unipaz), o psicólogo e educador francês Pierre Weil, de 84 anos, morreu na noite da última sexta-feira em Brasília. Weil era diabético e tinha problemas pulmonares e de visão. O corpo está sendo velado por parentes e amigos na própria universidade, localizada em uma chácara em Brasília.
Doutor pela Universidade de Paris, o psicólogo pregava a descoberta da paz interior do ser humano, em suas relações sociais e com o meio ambiente, por meio da educação. Chegou ao Brasil há 60 anos. De 1958 a 1969, foi professor de Psicologia Social, Industrial e Transpessoal na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Publicou 40 livros sobre a cultura da paz, psicologia e holística. Um dos mais conhecidos é A Arte de Viver em Paz. Em 2002, recebeu o Prêmio da Unesco de Educação e Paz. O órgão das Nações Unidas para a educação, ciência e cultura reconheceu que a metodologia adotada por Weil é eficaz.
Em 1987, fundou a Universidade Internacional da Paz (Fundação Cidade da Paz), a pedido do então governador do Distrito Federal, José Aparecido de Oliveira. O objetivo da instituição é disseminar a não-violência e conscientizar o homem a conduzir suas ações com tolerância e fraternidade.
Além do Distrito Federal, a universidade tem campi na Bahia, no Ceará, no Paraná, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Santa Catarina e no Rio Grande Sul. E em outros países: França, Argentina, Israel, Bélgica e Inglaterra.
Weil buscava despertar a solidariedade e fraternidade nas pessoas. “A gente só vê o mundo com essas bolsas de valores explodindo como se a força onipresente, onipotente fosse o dinheiro., quando sabemos que não é. O professor Pierre sabia da dimensão humana, da beleza humana, dessa força que todo ser humano guarda em si. Ele foi um arauto dessa leitura de um ser humano belo, fraterno, solidário e ético.” Ele trabalhava a abertura do ser humano em relação a ele próprio e pregava o desapego das coisas.
Além de suas obras, ainda está no ar seu site:
Seu brilhantismo, sua sabedoria, sua paixão pela paz e seu infinito amor ficarão conosco para sempre!

Suplicamos: faça-se a Luz!


O mundo está de luto. A humanidade clama pela luz! Pierre Weil nos deixou nesta última sexta-feira, dia 10/10/2008.
Assim, sem mais nem menos, recebi essa notícia terrível. Como não sentir-se órfão, abandonado, profundamente entristecido e na escuridão?
Afinal de contas Pierre era a verdadeira Luz, transmitindo, refletindo e iluminando todos os mortais, com toda a sua infinita sabedoria, com seu imenso amor... Bem, se lembrarmos todos seus ensinamentos poderemos caminhar novamente para a Luz!
Ilusão? Separatividade? Desapego? A Grande Experiência? Sim, o Mestre Pierre me ensinou sobre tudo isso e muito mais, muito mais mesmo. Além disso foi o meu maior inspirador para caminhar na direção do caminho que ele percorreu: o da Luz.
É claro que jamais conseguirei chegar aos pés desse Grande Mestre, muito pelo contrário.
Pierre, que bom que você existiu e transformou para melhor, milhões de pessoas. O mundo te guardará com o maior carinho e gratidão!
Foi-se uma parcela incomensurável de puro Amor e Sabedoria! Certamente teremos mais uma estrela no céu, uma das mais brilhantes e lindas.
Obrigado, obrigado, obrigado do fundo meu coração Pierre. Você mudou a minha vida e a de muitos outros mais. Mudou para uma nova direção: a da Luz!
Em um ponto futuro, nos reencontraremos e celebraremos a vida e a eternidade!
Um beijo imenso na tua alma!
Carlos

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