terça-feira, 11 de março de 2014
ODE TO LIFE
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Comportamento
sábado, 24 de abril de 2010
De onde viemos
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Da Casa de Janaina: http://bit.ly/b0WKXS
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Pequeno manual da civilidade
As 10 publicações, cada uma num dia, anteriores a este post, correspondem ao presente manual, publicado pela revista Veja.
Original em:
http://veja.abril.com.br/041109/pequeno-manual-civilidade-p-108.shtml
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
1. Questão de honra
Original em:
http://veja.abril.com.br/041109/pequeno-manual-civilidade-p-108.shtml
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
2. Os intransigíveis
Original em:
http://veja.abril.com.br/041109/pequeno-manual-civilidade-p-108.shtml
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
3. Obrigado, por favor
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
4. Desafio diário
Original no site:
http://veja.abril.com.br/041109/pequeno-manual-civilidade-p-108.shtml
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
5. Bateu, não levou
Original no site:
http://veja.abril.com.br/041109/pequeno-manual-civilidade-p-108.shtml
domingo, 21 de fevereiro de 2010
6. Respeito é bom
http://veja.abril.com.br/041109/pequeno-manual-civilidade-p-108.shtml
sábado, 20 de fevereiro de 2010
7. Fora, trapaceiros
Original no site:
http://veja.abril.com.br/041109/pequeno-manual-civilidade-p-108.shtml
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
8. Dobre a língua
http://veja.abril.com.br/041109/pequeno-manual-civilidade-p-108.shtml
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
9. Sinto muito, mesmo
Original no site:
http://veja.abril.com.br/041109/pequeno-manual-civilidade-p-108.shtml
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
10. A casa comum
Original no site:
http://veja.abril.com.br/041109/pequeno-manual-civilidade-p-108.shtml
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O piano na escada
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
A soma de todos nós

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domingo, 17 de maio de 2009
O medo da morte

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Ciência da mente: paradigmas e mudanças

“Quando se trata de teorias sobre a natureza humana, os padrões das provas devem ser inversos aos que se aceitam nos tribunais. As teorias devem ser consideradas culpadas – ou seja, incorretas ou dúbias – até que sua correção seja estabelecida além de uma dúvida razoável”, complementa Horgan. A ânsia por verdades absolutas na ciência pode ter conseqüências perigosas. Um pouco de ceticismo e cautela quanto aos produtos da ciência é fundamental.
O filósofo Karl Popper tomou essa atitude e usou o critério da falseabilidade para demarcar a ciência. Nunca podemos provar que nossas teorias são verdadeiras, argumentou Popper. Só podemos refutar teorias, provar que são falsas. Portanto, todo conhecimento é experimental, provisório.
Sobre essa questão, Horgan afirma que ceticismo de menos nos deixa à mercê de charlatões vendedores de panacéias científicas. Ceticismo demais pode levar a um pós-modernismo radical que nega a possibilidade de chegar não só ao conhecimento completo de nós mesmos mas também a qualquer conhecimento. Mas a dose certa de ceticismo combinada a dose certa de otimismo, pode nos proteger da avidez por respostas enquanto nos mantém receptivos o bastante para reconhecer a verdade se e quando ela chegar.
Texto de Rafaela Sandrini
*A Metafísica é uma das principais obras de Aristóteles e o primeiro grande trabalho sobre a própria metafísica. O objeto de investigação da Metafísica não é qualquer ser, mas do ser enquanto ser. Examina o que pode ser afirmado sobre qualquer coisa que existe por causa de sua existência e não por causa de alguma qualidade especial que se tenha. Também aborda os diferentes tipos de causas, forma e matéria, a existência dos objetos matemáticos e Deus.
O título Metafísica resultou da ordenação dos livros após aos da Física, de acordo com a disposição dada por Andrônico de Rodes, no primeiro século a.C. O tratado é composto de 14 livros.
Na metafísica, Aristóteles definiu as quatro causas, explicada aqui em termos gerais:
Causa formal - É a forma ou essência das coisas.
Causa material - É a matéria de que é feita uma coisa.
Causa eficiente - É a origem das coisas.
Causa final - É a razão de algo existir.
FONTE: WIKIPÉDIA
domingo, 8 de fevereiro de 2009
A dualidade na criação - II

Sendo deste modo, o acaso precisou de quinze bilhões de anos para criar seres, cuja conclusão extrema é o parentesco fisiológico; humanos semelhantes em sua anatomia, porém, enigmaticamente diferentes na conduta; etnias, com antagonismos morais ilógicos para quem compartilha do mesmo meio social; trilhas convergentes à mesma estrada evolutiva. Mais lógico parece-nos crer em uma dualidade na criação: a formação das espécies pelo processo de seleção natural, esta lei desconhecida chamada acaso. E a do comportamento humano, tão diverso e incompreensível, mas, com a força imensurável da liberdade; mosaico da vontade própria; vícios e virtudes, amor e ódio, ignorância e sabedoria. A esta igualmente desconhecida lei, também evolucionista, porém, planejada , chamaremos com muita propriedade de "Força Suprema". Porque o comportamento humano, não instintivo a conduta, resulta da aquisição de conhecimentos e conceitos morais, alicerces racionais que desenvolvem e sustentam a inteligência.
A maior liberdade da inteligência é o senso de eternidade, o ato de separar elementos desse universo complexo, os quais só podem subsistir, fora desta totalidade, mentalmente. É a abstração. Tudo que é abstrato não é resultado da natureza orgânica e sim de natureza etérea, de pensamento, de alma, de espírito. É a imaterialidade. É dom sagrado o homem desfrutar do produto de seu trabalho e de sua inteligência. Por isto, aquele que se esclarece, deve acautelar-se e não se resignar com a providência. Pois, se assim o fizer, estará abrindo mão da razão, da ação, e não agir equivale a não existir. Einstein dizia que "a mais bela emoção é o mistério. Se o homem soubesse de tudo, sua vida perderia a graça, pois a beleza está na curiosidade, no estudo, na pesquisa, na hipótese, na sensação de que sempre falta alguma coisa a saber." Hermes Trimegisto aconselhava:
"Se quiserdes saber o segredo desta força suprema, deveis separar a terra do fogo, o fino e sutil do espesso e grande, suavemente e com todo o cuidado. Sobe da terra ao céu e, dali, volte a terra para receber a força do que está em cima e do que está em baixo."
A ciência tudo pode porque o homem a tudo aprende. E aprenderá que o principio criador é lento e brando, mas Onipotente; incomensurável e infinito, mas Onipresente; misterioso e alegórico, mas Onisciente.
Autor: Paulo Roberto Marinho












