Mostrando postagens com marcador mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mulher. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulher de 40 anos

















Uma homenagem pelo dia internacional da mulher!

Tome a mesma mulher aos 20 e aos 40 anos.
No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro.

Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas perde também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma, de um homem.

Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20, só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher de 40.

Como se conhece melhor, é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma, e com seu homem.

Aos 40, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com seu cheiro cíclico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando que for feio e baixo-astral.

Ela só quer é ser feliz !!!

Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.

Aos 40 anos, a mulher sabe se vestir.

Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes.

Aos 40, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante.

Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas, aos 40, ela já sabe lidar melhor com este aspecto peculiar da condição feminina.
E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam - e quem mais estiver por perto - irremediavelmente.

Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 40, tem pintas, encantadoras trilhas e de pintas. Que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos.

Aos 20 a mulher é escolhida. Aos 40, é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata.

A mulher aos 40, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome.

Aos 40, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.

Aos 20, ela rói unhas. Aos 40, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas. O jeito de olhar fica mais glamuroso, mais sexualmente arguto.

Aos 40, quando ousa no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio.  No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque. Quando dá o bote, é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa e de modo sutil. Não para exibir poder, mas para resolver tudo a seu favor, antes de chegar o ponto de precisar exibi-lo. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis.

Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.
Se você, anda preocupada porque não tem mais 20 anos - ou porque ainda tem mas percebeu que eles não vão durar para sempre - fique tranqüila: 

É precisamente aos 40 que o jogo começa a ficar bom.

Adriano Silva, redator chefe da revista Superinteressante

sábado, 26 de dezembro de 2009

Mulher madura


Por Vanessa Pena

Quando resolvi escrever sobre a MULHER MADURA pensei em mim e em todas as mulheres de trinta, quarenta, cinquenta...não importa a idade, claro, não desmerecendo as mais novas, até porque pretendo falar de toda vivacidade que elas possuem. A MULHER MADURA tem um jeito todo especial de ser. Não é ventania, ela é ar em movimento. Possui uma beleza peculiar que não se iguala a nenhuma outra. Pena daqueles que não sabem percebê-lo.

A MULHER MADURA não PEGA, TOCA.
não come, se ALIMENTA.
não provoca, já é PROVOCANTE.
não é inteligente, é SÁBIA.
não se insinua, mostra o CAMINHO sutilmente.
não se precipita, espera o MOMENTO CERTO.
não nada, NAVEGA.
não voa, FLUTUA.
não pensa em quantidade, prefere QUALIDADE.
não vê, OBSERVA.
não anda, CAMINHA.
não deita, ADORMECE.
não é pretensiosa, simplesmente se GOSTA.
não julga, ANALISA.
não compara, ASSIMILA.
não consola, ACALENTA.
não acorda, DESPERTA.
não coloca algemas, deixa LIVRE.
não enfeitiça, ENCANTA.
não é decidida, apenas sabe O QUE QUER.
não é exigente, é SELETIVA.
não se sente velha, considera-se EXPERIENTE.
não se lamenta, tenta fazer DIFERENTE.
não tem medo, tem RECEIOS.
não faz juras, deixa por conta do TEMPO.
não tira conclusões, faz SUPOSIÇÕES.
“não desce do salto”, tem “JOGO DE CINTURA”.
não brilha, é ILUMINADA.
não dá tchau, ACENA.
não gosta de ser vigiada, prefere ser ESCOLTADA.
não é moderna, é ELEGANTE.
não quer ser cobiçada, prefere ser DESEJADA.
não tem sombras, tem AURA.
não adivinha, tem PERCEPÇÃO.
não faz sexo, é mestre na ARTE DE AMAR.
não fica, se ENVOLVE.
não é fácil, é FLEXÍVEL.
não manda, ADMINISTRA.
não aflora, é um constante FLORESCER.

Enfim, a MULHER MADURA é um conjunto de todas as belezas possíveis. É MULHER sensível, mas ao mesmo tempo uma verdadeira guerreira, é forte, mas é feminina. Muitos não possuem sensibilidade para perceber tal beleza, mas aqueles que a descobrem...preferem morrer nos braços dessa tal mulher, que não é DOCE mas que, simplesmente, é puro MEL.

sábado, 9 de maio de 2009

A invenção da mulher


por Marcus do Rio Teixeira
A feminilidade tem um quê de enigmático; por não poder ser totalmente contida na significação fálica que or, ganiza a sexualidade masculina, se constrói à custa de reivindicação e artifícios imaginários, recursos que redundam em uma lógica muito peculiar em termos de desejo e gozo.
A sexualidade humana constantemente é explicada com base no mecanismo hormonal e em modelos animais. Desse ponto de vista, as coisas são essencialmente simples – homens e mulheres seguiriam condutas que visariam a reprodução da espécie, comparáveis às dos outros animais sexuados. Cotidianamente, porém, a realidade desmente tal hipótese.
Mamíferos, aves e peixes apresentam comportamento invariável durante o período do acasalamento, que consiste na emissão de determinados sinais – visuais, sonoros, olfativos – facilmente reconhecidos pelo indivíduo do sexo oposto. Na natureza, portanto, não existe possibilidade de mal-entendido; os únicos problemas que os casais enfrentam são de ordem material, como densidade demográfica da espécie em sua região. No reino animal não há sofrimento psíquico causado pelo relacionamento sexual. Não se ouve falar de peixes apaixonados, elefantes em crise de meia-idade ou leoas querendo discutir a relação.
Em contrapartida, na espécie humana, não há uma conduta unívoca para a aproximação sexual; além disso, os sinais emitidos por cada um são ambíguos tanto para seu parceiro como para si. A própria linguagem, que supostamente serve para a comunicação, é a principal fonte desse mal-entendido. Quem nunca teve a sensação de que o(a) parceiro(a) não compreende nada do que lhe é dito? Permeada de linguagem, nossa sexualidade perde as certezas e o objetivo natural da reprodução da espécie. Longe do Éden sexual imaginado nostalgicamente por nossos cientistas, ela é marcada pelas incertezas e pelos conflitos inerentes ao humano. “De todos os animais o falasser [o ser falante] é o único que possui uma sexualidade infeliz. Não somente complicada, mas infeliz”, comenta o psicanalista francês Charles Melman.
Marcus do Rio Teixeira é psicanalista, editor, membro do Campo Psicanalítico (Salvador-BA) e autor, entre outros livros, de Vicissitudes do Objeto (2005) e A feminilidade na psicanálise e outros ensaios (1991), ambos pela editora Ágalma.

domingo, 8 de março de 2009

Faltam mulheres na política


Nilmário Miranda 26/02/2009

Nas eleições de 2008 o número de mulheres eleitas como prefeitas e vereadoras foi pequeno, como já tinha ocorrido em 2006 nas eleições gerais. A presença de mulheres no poder político está congelada.
Não cresce nem vai crescer se não mudarem as regras do jogo. Não é um problema para as Mulheres enfrentarem, como se fosse uma demanda corporativa. Homens e Mulheres têm que representar o conjunto de homens e mulheres. A escassa participação de Mulheres no poder público é um déficit na democracia no Brasil. Por que as Mulheres não ascendem ao poder político? Por que o poder político não incorpora as mulheres?
É um escárnio considerar que falta interesse ou capacidade às mulheres. Os homens comparecem em menor número que as Mulheres nas eleições, abstêm-se mais, votam em branco ou anulam os votos em maior número que as mulheres. As Mulheres participam em escala crescente como protagonistas em todas as áreas que atuam na esfera pública - o que lhes confere mais legitimidade como atores políticos.
Há certamente um conjunto de fatores que interferem para interditar ou filtrar o acesso das Mulheres aos espaços de poder no Legislativo, no Executivo e mesmo no Judiciário.
No entanto, as regras ou a falta delas são determinantes.
A posição do Brasil no ranking de participação de Mulheres em cargos públicos é constrangedora. Das 513 vagas para deputados, só 46 são ocupadas por Mulheres (9%).
No Senado são 10 Mulheres para 81 vagas (12,3%). Na Argentina com 35% e na Costa Rica com 38,6% mudaram as regras e a iniquidade foi reduzida de forma exemplar.
Outros países como Equador e Espanha reconheceram a essencialidade da participação feminina e estenderam as regras para o Executivo.
Democracia requer ruptura com privilégios e efetiva igualdade para o exercício da cidadania e acesso aos espaços de decisão no Legislativo, no Executivo e no Judiciário.
Quanto mais poder, menos mulheres. A presença de Mulheres como governadoras (3 em 27) e prefeitas não passa de 7,7%. No governo Lula, que instituiu a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres - com status ministerial -, a participação de Mulheres caiu das 5 iniciais para apenas 2.
A participação de Mulheres no Executivo não pode depender da magnitude dos governantes. Só houve avanços notáveis em países que adotaram medidas especiais de caráter temporário ou permanente que asseguraram participação partidária ou perto disso nos escalões mais altos do Executivo, de cotas de Mulheres no topo das listas partidárias e financiamento público das campanhas, cada vez mais caras. A sub-representação feminina está presente também nas mesas do Legislativo, nos grupos de decisão partidária, nos grupos de pressão nos tribunais.
Há um círculo vicioso na reprodução da desigualdade. São tão poucas as Mulheres nesses círculos que suas eventuais falhas e fracassos reforçam a exclusão. Só uma 1 Jornalista e preside a Fundação Perseu Abramo participação mais ampla, em espaços variados, criará identificação, confiança e motivação para estimular as Mulheres a incursionarem nos espaços decisórios. Enquanto forem tão poucas, não muda a cultura sobre o papel das Mulheres no espaço público e as próprias Mulheres manterão a estranheza e o distanciamento em face da política. E quem perde é a democracia. É verdade que as raízes do problema não estão só na política.
Mas é inegável que no Brasil a política é feita por homens e para os homens. Política e poder são monopólio dos homens que instituíram seus interesses como universais.
Não se trata de idealizar o feminino. No poder, assim como os homens, as Mulheres acertam e fracassam e representam projetos progressistas ou conservadores. A desproporção de representação política fica mais exacerbada quando se toma a participação das Mulheres negras e indígenas, as mais pobres entre os pobres.
Os debates sobre reformas Políticas devem incorporar a participação das mulheres, maioria da população e do eleitorado nos espaços da política e do poder.

Artigo publicado no Jornal O Globo no dia 24/02/2009
O artigo “Faltam mulheres na política” de Nilmário Miranda também está disponível na seção de “Estudos e Pesquisas” do site:

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O corpo feminino

Fotografia de Clarice Cataldi
Opinião de um homem sobre o corpo feminino (texto atribuído ao escritor Paulo Coelho) Se alguém souber de algo diferente sobre a autoria informe-me, por gentileza
Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem.. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.
As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos..Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!
A beleza é tudo isto.
(Texto recebido por email onde a autoria está atribuída para o escritor Paulo Coelho)

Seguidores

Visualizações nos últimos 30 dias

Visitas (clicks) desde o início do blog (31/3/2007) e; usuários Online:

Visitas (diárias) por locais do planeta, desde 13/5/2007:

Estatísticas