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terça-feira, 13 de julho de 2010

Dinheiro compra felicidade?

Pesquisa mundial de felicidade

Os cientistas já demonstraram que dinheiro ajuda, mas não compra felicidade.

Mas um outro grupo decidiu ver o que as pessoas do mundo todo pensam a respeito da relação entre dinheiro e felicidade.

A pesquisa mundial, que ouviu mais de 136 mil pessoas em 132 países, incluindo perguntas sobre a felicidade e renda, revela que, embora a satisfação com a vida normalmente aumente com o aumento da renda, os sentimentos positivos não necessariamente seguem esta mesma tendência.

Os resultados, obtidos a partir da análise dos dados recolhidos no primeiro Gallup World Poll, foi publicado no exemplar deste mês do Journal of Personality and Social Psychology.

Dinheiro traz felicidade?

As pessoas sempre se perguntaram se o dinheiro traz felicidade. Mas o fato de que os ricos nem sempre são felizes mostra que a resposta não é óbvia.





A satisfação com a vida e desfrutar a vida são dois componentes da felicidade. A satisfação com a vida é mais estreitamente associada com a renda, enquanto os sentimentos positivos dependem mais de outros fatores, como sentir-se respeitado e estar conecta [Imagem: Debra Bolgla]

"Este estudo mostra que tudo depende de como você define a felicidade, porque se você olhar para satisfação com a vida, como você avalia sua vida como um todo, você vê uma correlação muito forte em todo o mundo entre renda e felicidade", explica Ed Diener, um dos autores do estudo.

"Por outro lado, é até chocante quão pequena é a correlação entre os sentimentos positivos e o 'curtir a vida'," diz ele.

Pesquisa mundial sobre felicidade

Os países pesquisados representam cerca de 96 por cento da população mundial e refletem a diversidade das realidades culturais, econômicas e políticas ao redor do globo.

Esta "primeira amostra representativa do planeta Terra", escrevem os autores, "foi usada para explorar as razões pelas quais a felicidade está associada com um maior nível de renda."

Os pesquisadores puderam analisar uma longa lista de atributos dos pesquisados, incluindo os seus rendimentos e padrão de vida, se suas necessidades básicas de alimento e moradia são atendidas, quais os tipos de conveniências e confortos da vida moderna eles possuem, e se sentem que suas necessidades psicológicas estão sendo atendidas.

Uma das questões pedia aos entrevistados para avaliar suas vidas em uma escala que variava de zero (pior vida possível) a 10 (melhor vida possível).

Os participantes também responderam a perguntas sobre as emoções positivas ou negativas que sentiram no dia anterior. E foi perguntado aos entrevistados se eles se sentiam respeitados, se tinham família e amigos com quem podiam contar em uma emergência, e quão livres se sentiam para escolher suas atividades diárias, aprender coisas novas ou fazer "aquilo que é capaz de fazer melhor."

Sentimentos positivos

Como em estudos anteriores, a pesquisa descobriu que a avaliação da própria vida, ou a satisfação com a vida, eleva-se com a renda pessoal e nacional.

Mas os sentimentos positivos, que também aumentam ligeiramente com o aumento da renda, são muito mais fortemente associados com outros fatores, como a sensação de ser respeitado, de ter autonomia e apoio social, e de se ocupar com um trabalho gratificante.

Este é o primeiro estudo sobre a felicidade a diferenciar entre satisfação com a vida, a crença filosófica de que sua vida está indo bem, e os sentimentos positivos ou negativos que as pessoas experimentam em seu dia-a-dia, afirmam os pesquisadores.

"Todo mundo busca satisfação de vida e melhores rendimentos," dizem eles. "E embora seja verdade que se tornar mais rico irá torná-lo mais satisfeito com a sua vida, isto não terá o grande impacto que pensamos sobre desfrutar a vida."

quarta-feira, 18 de março de 2009

A ética profissional como tradução do amor


Por Emerson Barros de Aguiar
Alguém pode não saber ler ou nunca ter ouvido falar de ética, mas só será feliz se for ético. Ética não é uma condição que a gente tem de atender para agradar a empresa ou ao chefe; não é recitar códigos ou doutrinas.
Ética é o que fica da vida que levamos, das coisas que fazemos todo dia, agora; é o saldo que resta em nosso coração das ações que praticamos. Não se pode aprender ética apenas em livros ou em aulas e, menos ainda, em palestras. Ela está lá no Evangelho de Jesus: no Sermão da Montanha e em muitas outras passagens. Mas não é difícil encontrar a ética dentro de nós, saber o melhor caminho a seguir.
A felicidade de comercial não é sustentável. A satisfação dos cartões de crédito, do consumo, dos vícios ou da corrupção. A felicidade que tira dos outros, diminui muito mais de nós mesmos. Isto não é moralismo, não é pieguice, é realidade! "Ignorante" é o nome dado por Sócrates a quem ainda não sabe disso. Todo mundo vai descobrir que o mal não vale a pena, que o egoísmo não constrói nada, só estraga, destrói. De uma maneira ou de outra vai descobrir disso. A boa vontade será a melhor maneira e a decepção, a pior. . .
Não precisamos sofrer tanto para aprender que a vida é muito mais ajudar e compartilhar do que competir, ferir e derrotar. Quem tem o coração cheio de amor, tem ética, naturalmente. Ética é não estar preocupado com a reputação, mas com o caráter. O comportamento espontâneo, generoso e fraterno, é ética.
Quando a ética não é uma escolha, mas um dever imposto pela consciência, isto é ética. Quando estamos empenhados em dar o melhor de nós e não em sermos os primeiros, isto é ética.
Quando nos esforçamos para ter bondade e não para aparentar bondade, isto é ética. Quando o cuidado com os sentimentos dos outros lapida a dureza das palavras, isto é ética.
Quando olhamos para os outros e nos colocamos no lugar deles, quando vemos Deus nos outros, isto é ética. Quando perdoamos, deixando espaço livre na nossa memória para paisagens de ternura e humanidade, isto é ética.
Quando descobrimos uma qualidade nova em alguém que não gostamos, isto é ética. Quando identificamos em nós algum defeito e enxergamos como a vida é maravilhosa, isto também é ética.
Quando não nos vingamos de quem nos prejudicou, mesmo tento a oportunidade ideal, isto é ética. Quando olhamos os filhos dos outros como nossos próprios filhos e os empregos dos outros como o nosso "ganha pão", isto é ética. Quando sabemos que o dinheiro, o conforto, a posição ou o status de que desfrutamos são apenas privilégios e não direitos, pois podem nos ser tirados a qualquer momento pelo infortúnio, pelo imponderável ou pela morte: isto é ética!
Quando aquilo em que acreditamos não é expresso como uma declaração de princípios, mas sai da nossa boca como poesia, isto é ética! Quando somente conseguimos conspirar pela felicidade dos outros, isto é ética.
Quando sabemos que o amor pela pedra, pelo inseto, pela planta, pela brisa e por todas as coisas, que a ação em benefício de alguém que nem conhecemos e que a gratidão pela vida são tesouros permanentes, isto é ética. Quando sentimos que o amor invadiu cada sílaba que pronunciamos, cada lembrança, cada gesto, olhar e tarefa, enfeitando o templo do coração com as flores do bem, isto é felicidade...
O prof. Emerson Barros de Aguiar é Doutor em Filosofia pela Universidad de Zaragoza (Espanha), Escritor e Professor Universitário em João Pessoa (PB)
Original em:

sábado, 27 de dezembro de 2008

Viva, viva, é Natal!


Todos nós temos uma natureza humana.O que a torna preciosa é o potencial que temos de compreender nossa natureza ilimitada inseparável de nossa natureza humana. O potencial de compreendermos essa natureza ilimitada é revelado e dele nos assenhoramos através de cada um dos vários caminhos espirituais. Não só a capacidade biológica que temos é crucial nisso, mas especialmente os ensinamentos que recebemos dos mestres.
Os mestres poderiam não ter surgido, mas vieram a nós.Poderiam ter vindo e ficado em silêncio, mas deram ensinamentos. Poderiam ter dado ensinamentos e esses ensinamentos poderiam ter desaparecido, mas os temos. Que grande ventura! Temos saúde e oportunidade para compreender os mistérios mais profundos!
No Natal comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Comemoramos a vida humana preciosa. Comemoramos os ensinamentos de bondade e compaixão. Comemoramos os ensinamentos sobre a vida eterna. Compreendemos a transitoriedade das experiência do cotidiano e a oportunidade extraordinária de termos amigos espirituais, companheiros verdadeiros em nossa passagem por esse mundo ilusório. Compreendemos que estamos todos além do sofrimento e morte. Agradecemos termos recebido esses exemplos preciosos e extraordinários.
Que todos sejam felizes e superem todo o sofrimento. Que todos encontrem as verdadeiras causas da felicidade e superem as verdadeiras causas do sofrimento. Que todos superem suas estruturas cármicas e desenvolvam lucidez. Que todos aprendam a ajudar verdadeiramente os outros seres e encontrem nisso sua alegria! São meus votos nesse natal e no tempo do próximo ano.

Lama Padma Samten
Centro de Estudos Budistas Bodisatva e Instituto Caminho do Meio.

domingo, 21 de setembro de 2008

O galo angustiado

Não era ele que levantava o sol

Era uma vez um grande quintal onde reinava soberano e poderoso galo. Orgulhoso de sua função, nada acontecia no quintal sem que ele soubesse e participasse. Com sua força descomunal e coragem heróica, enfrentava qualquer perigo. Era especialmente orgulhoso de si mesmo, de suas armas poderosas, da beleza colorida de suas penas, de seu canto mavioso.
Toda manhã acordava pelo clarão do horizonte e bastava que cantasse duas ou três vezes para que o sol se elevasse acima para o céu. "O sol nasce pela força do meu canto", dizia ele. "Eu pertenço à linhagem dos levantadores do sol. Antes de mim era meu pai; antes de meu pai era meu avô!"...
Um dia uma jovem galinha de beleza esplendorosa veio morar em seu reinado e por ela o galo se apaixonou. A paixão correspondida culminou numa noite de amor para galo nenhum botar defeito. E foi aquele amor louco, noite adentro. Depois do amor, já de madrugada, veio o sono. Amou profundamente e dormiu profundamente.
As primeiras luzes do horizonte não o acordaram como de costume. Nem as segundas. ... Para lá do meio dia, abriu os olhos sonolentos para um dia azul, de céu azul brilhante e levou um susto de quase cair. Tentou inutilmente cantar, apenas para verificar que o canto não lhe passava pelo nó apertado da garganta. - "Então não sou eu quem levanta o sol?", comentou desolado para si mesmo. E caiu em profunda depressão. O reconhecimento de que nada havia mudado no galinheiro enquanto dormia trouxe-lhe um forte sentimento de inutilidade e um questionamento incontrolável de sua própria competência. E veio aquele aperto na garganta. A pressão no peito virou dor. A angústia se instalou definitivamente e fez com que ele pensasse que só a morte poderia solucionar tamanha miséria. "O que vão pensar de mim?", murmurou para si mesmo, e lembrou daquele galinho impertinente que por duas ou três vezes ousou de longe arrastar-lhe a asa. O medo lhe gelou nos ossos. Medo. Angústia. Andou se esgueirando pelos cantos do galinheiro, desolado e sem saída.
Do fundo de seu sentimento de impotência, humilhado, pensou em pedir ajuda aos céus e rezou baixinho, chorando. Talvez tenha sido este momento de humildade, único em sua vida, que o tenha ajudado a se lembrar que, em uma árvore, lá no fundo do galinheiro, ficava o dia inteiro empoleirado um velho galo filósofo que pensava e repensava a vida do galinheiro e que costumava com seus sábios conselhos dar orientações úteis a quem o procurasse com seus problemas existenciais.
O velho sábio o olhou de cima de seu filosófico poleiro, quando ele vinha se esgueirando, tropeçando nos próprios pés, como que se escondendo de si mesmo. E disse: "Olá! Você nem precisa dizer nada, do jeito que você está. Aposto que você descobriu que não é você quem levanta o sol. Como foi que você se distraiu assim? Por acaso você andou se apaixonando?". Sua voz tinha um tom divertido, mas ao mesmo tempo compreensivo, como se tudo fosse natural para ele. A seu convite, o galo angustiado empoleirou-se a seu lado e contou-lhe a sua história. O filósofo ouviu cada detalhe com a paciência dos pensadores. Quando o consulente já se sentia compreendido, o velho sábio fez-lhe uma longa preleção:
"Antes, quando você ainda achava que até o sol se levantava pelo poder do seu canto, digamos que você estava enganado. Para definir seu problema com precisão, você tinha o que pode ser chamado de "Ilusão de Onipotência". Então, pela mágica do amor, você descobriu o seu próprio engano, e até aí estaria ótimo, porque nenhuma vantagem existe em estar tão iludido. Saiba você que ninguém acredita realmente nessa história de canto de galo levantar o sol. Para a maioria, isto é apenas simbólico: só os tolos tomam isto ao pé da letra. "Entretanto, agora", continuou o sábio pensador, "você está pensando que não tem mais nenhum valor, o que é de certa forma compreensível em quem baseou a vida em tão grande ilusão. Contudo, examinando a situação com maior profundidade, você está apenas trocando uma ilusão por outra ilusão. O que era uma 'Ilusão de Onipotência' pode ser agora chamado de 'Ilusão de Incompetência'. Aos meus olhos, continuou o sábio, nada realmente mudou. Você era, é e vai continuar sendo, um galo normal, cumpridor de sua função de gerenciar o galinheiro, de acordo com a tradição dos galináceos. Seu maior risco, continuou o pensador, é o de ficar alternando ilusões. Ontem era 'Ilusão de Onipotência', hoje, 'Ilusão de Incompetência'. Amanhã você poderá voltar à Ilusão de Onipotência novamente, e depois ter outra desilusão... Pense bem nisto: uma ilusão não pode ser solucionada por outra ilusão. A solução não está nem nas nuvens nem no fundo do poço. A solução está na realidade". Após um longo período de silêncio, o velho galo filósofo voltou-se para os seus pensamentos. Nosso herói desceu da árvore para a vida comum do galinheiro.
No dia seguinte, aos primeiros raios da manhã, cantou para anunciar o sol nascente. E tudo continuou como era antes.


Maurício de Souza Lima
Psicólogo - Diretor da Sociedade de Terapia Breve (BH) - Trainer em PNL pelo Southern Institute of NLP da Flórida (home page:
www.ibrapnl.com.br )
Original em:

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Do bom uso do relativismo


Leonardo Boff

Hoje pela multimídia, imagens e gentes do mundo inteiro nos entram pelos telhados, portas e janelas e convivem conosco. É o efeito das redes globalizadas de comunicação. A primeira reação é de perplexidade que pode provocar duas atitudes: ou de interesse para melhor conhecer que implica abertura e dialogo ou de distanciamento que pressupõe fechar o espírito e excluir. De todas as formas, surge uma percepção incontornável: nosso modo de ser não é o único. Há gente que, sem deixar de ser gente, é diferente. Quer dizer, nosso modo de ser, de habitar o mundo, de pensar, de valorar e de comer não é absoluto. Há mil outras formas diferentes de sermos humanos, desde a forma dos esquimós siberianos, passando pelos yanomami do Brasil até chegarmos aos sofisticados moradores de Alfavilles onde se resguardam as elites opulentas e amedrontadas. O mesmo vale para com as diferenças de cultura, de língua, de religião, de ética e de lazer.
Deste fato surge, de imediato, o relativismo em dois sentidos: primeiro, importa relativizar todos os modos de ser; nenhum deles é absoluto a ponto de invalidar os demais; impõe-se também a atitude de respeito e de acolhida da diferença porque, pelo simples fato de estar-aí, goza de direito de existir e de co-existir; segundo, o relativo quer expressar o fato de que todos estão de alguma forma relacionados. Eles não podem ser pensados independentemente uns dos outros porque todos são portadores da mesma humanidade. Devemos alargar, pois, a compreensão do humano para além de nossa concretização. Somos uma geosociedade una, múltipla e diferente.
Todas estas manifestações humanas são portadoras de valor e de verdade. Mas é um valor e uma verdade relativos, vale dizer, relacionados uns aos outros, auto-implicados, sendo que nenhum deles, tomado em si, é absoluto.
Então não há verdade absoluta? Vale o every thing goes de alguns pós-modernos? Quer dizer, o "vale tudo"? Não é o vale tudo. Tudo vale na medida em que mantém relação com os outros, respeitando-os em sua diferença. Cada um é portador de verdade, mas ninguém pode ter o monopólio dela. Todos, de alguma forma, participam da verdade. Mas podem crescer para uma verdade mais plena, na medida em que mais e mais se abrem uns aos outros.
Bem dizia o poeta espanhol António Machado: "Não a tua verdade. A verdade. Vem comigo buscá-la. A tua, guarde-a". Se a buscarmos juntos, no dialogo e na cordialidade, então mais e mais desaparece a minha verdade para dar lugar a Verdade comungada por todos.
A ilusão do Ocidente é de imaginar que a única janela que dá acesso à verdade, à religião verdadeira, à autêntica cultura e ao saber crítico é o seu modo ver e de viver. As demais janelas apenas mostram paisagens distorcidas. Ele se condena a um fundamentalismo visceral que o fez, outrora, organizar massacres ao impor a sua religião e, hoje, guerras para forçar a democracia no Iraque e no Afeganistão.
Devemos fazer o bom uso do relativismo, inspirados na culinária. Há uma só culinária, a que prepara os alimentos humanos. Mas ela se concretiza em muitas formas, as várias cozinhas: a mineira, a nordestina, a japonesa, a chinesa, a mexicana e outras. Ninguém pode dizer que só uma é a verdadeira e gostosa e as outras não. Todas são gostosas do seu jeito e todas mostram a extraordinária versatilidade da arte culinária. Por que com a verdade deveria ser diferente?

sábado, 19 de abril de 2008

Praticando o Poder do Agora


"A chave do segredo está em acabar com a ilusão do tempo. O tempo e a mente são inseparáveis. Tire o tempo da mente e ele pára, a menos que você escolha utilizá-lo.
Estar identificado com a mente é estar preso ao tempo. É a compulsão para vivermos quase exclusivamente através da memória ou da antecipação. Isso cria uma preocupação infinita com o passado e o futuro, e uma relutância em respeitar o momento presente e permitir que ele aconteça. Temos essa compulsão porque o passado nos dá uma identidade e o futuro contém uma promessa de salvação e de realização. Ambos são ilusões".


Autor: Eckhart Tolle - "Praticando o Poder do Agora"


Colaboração: Thalita Shanti

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