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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Matemática da dor

Em fevereiro de 2007 Rosa Cristina Fernandes e seus filhos Aline, 13 e João Hélio, 6, foram abordados por homens armados ao parar seu Corsa num sinal de trânsito, no Rio de Janeiro. Todos saíram do carro, mas João Hélio ficou pendurado do lado de fora, preso ao cinto de segurança. O menino morreu ao ser arrastado por sete quilômetros, mesmo com populares avisando os bandidos. Difícil de lembrar.

Os cinco assassinos foram presos, julgados e condenados: Carlos Eduardo pegou 45 anos de prisão, Diego Nascimento, 44 e Carlos Roberto e Tiago de Abreu 39 anos cada um. O quinto bandido, Ezequiel Toledo de Lima, que teria sido justamente quem fechou a porta com João Hélio preso do lado de fora, era menor. Cumpriu uma pena sócio- educativa até completar 18 anos, três anos após o crime. Mas enquanto detido no Instituto João Luiz Alves, na Ilha do Governador, Ezequiel foi ameaçado e, ao ganhar liberdade em fevereiro de 2010, um Juiz da Vara da Infância e Juventude determinou que ele ingressasse no Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente. E como sua mãe também sofreu ameaças a Justiça determinou que os pais do rapaz entrassem no programa por meio do Conselho de Defesa de Direitos da Criança e do Adolescente,  presidido pelo advogado Carlos Nicodemos, diretor da ONG Projeto Legal.

No site da ONG encontramos: "O Projeto Legal é uma organização não-governamental que desde 1993 desenvolve projetos sociais na área da defesa, garantia e promoção dos direitos humanos, especialmente de crianças, adolescentes e jovens. Nosso foco é o atendimento jurídico-social a cidadãos que tiveram seus direitos violados. (...) Temos como meta contribuir para o pleno exercício da cidadania e o desenvolvimento de uma sociedade mais humana, justa e democrática."

A ONG providenciou para que Ezequiel e seus pais obtivessem documentos e recursos para sair do Rio de Janeiro. A imprensa carioca disse que o destino teria sido a Suíça, mas a ONG garante que ele não saiu do Brasil. O fato é que três anos após o crime hediondo, Ezequiel ganhou a chance de reconstruir a vida, com ficha limpa e apoio financeiro.

Bem, qualquer comentário neste momento será considerado "visão de um leigo sobre a justiça", distorcida e vingativa. Justiça não se discute ao calor das emoções, como sempre ouvimos das autoridades após os crimes que nos chocam.

Então deixarei a emoção de lado para fazer como os políticos: recorrer à fria matemática. Assim ninguém me acusa de ignorante.

Veja só: dos cinco assassinos, quatro estão na cadeia com penas de cerca de 40 anos e só um está livre, pois era "de menor". Isso quer dizer que 80% da justiça foi feita, não é? Pô, considerando a realidade brasileira, é um índice muito bom!

Pois é. Mas perdemos 100% do João Hélio.

Me desculpem o juiz, o advogado, a Justiça, a ONG, os direitos humanos ou o raio que o parta, mas nos meus esforços para desenvolvimento de uma sociedade mais humana, justa e democrática, essa conta não fecha.

Quero 100% na cadeia.

Luciano Pires

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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Quando nasce o amor?

Colaboração de Denise Tellier Sartori
Quando nasce o amor?
Quando estamos carentes e alguém se aproxima com as mãos estendidas
Ou quando nos abrimos para a vida e despertamos paixões?
Será que existe uma lógica no amor?
Somos nós quem decidimos a hora de amar
Ou o amor é realmente um laço
Um passo para a armadilha?
Se podemos viver o amor porque nos ausentamos
Por que nos decepcionamos tanto e queremos fugir dele
Por que apostamos tanto em alguém e chegamos ao ponto
De transferir nossa felicidade para outras mãos...
Será medo da realidade, uma fuga de nós mesmos...
Será que é possível viver um amor onde apenas a verdade
E somente a verdade seja a base da relação...
Será que devemos evitar a máscara que colocamos no amor?
Será que devemos ser tão realistas e secos para evitar a dor?
A dor, o amor, o calor, o desejo, o momento, a vida,
Uma explosão de todas as cores, de todos os sentidos,
Se você não se lembra mais... o amor provoca vertigens...
Espalha fogo por todos os lados,
É um querer até sem querer
É uma transformação radical em nosso metabolismo físico, Mental e espiritual
Quando amamos chegamos mais perto dos anjos...
Por isso, se tiver que optar entre o vazio da razão
Por medo de sofrer uma decepção e amargar meu dia,
Ainda assim, prefiro o risco do amor
Que embeleza a vida, dá motivação renovada
E transforma o mundo, as pessoas e as atitudes
Deixando tudo mais bonito, leve e eterno.
O amor é eterno mesmo quando dura pouco.
A emoção nunca se perde... as pessoas se vão... partem...
Mas fica sempre um perfume de saudade
Fica sempre uma recordação gostosa
Por isso, amar sempre vale a pena...
(Autoria desconhecida)

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A dor é inevitável... o sofrimento é opcional


O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal elevasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.
- Não... - disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu...
Em outras palavras: É deixar de ser copo para tornar-se um Lago....
Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar...
Recebi por e-mail sem a citação da autoria

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Amor não rima com dor


Amar rejuvenesce. Amar embeleza. Amar faz com que o mundo ganhe novas cores e atrativos. Amar é um dos mais agradáveis estados d’alma que os seres humanos podem vivenciar. Nas suas mais diversas formas – o amor aos filhos, a um companheiro(a), a um animal de estimação, aos amigos – o amor é fonte de vida e alegria e, segundo recentes pesquisas do departamento de psicologia da universidade de Oxford, pode-se considerá-lo uma das maiores motivações para as pessoas.
Mas, num mundo em que nem tudo são flores, o mais comum é rimarmos amor com dor. Sofrimento, frustração e medo são algumas das manifestações resultantes das histórias mal sucedidas, das inseguranças pessoais ou da baixa auto-estima que acabam por transformar em tensão e stress, o que poderia ser um dos melhores alimentos para o corpo e para a alma.
Entretanto, nada melhor que as flores para nos auxiliarem nas questões do amor e da paixão! As essências florais – produtos totalmente naturais e sem contra-indicações – vem ajudar-nos a reencontrar o bem-estar e paz de espírito vitais para que se possa amar com tranqüilidade e sabedoria. Não devemos nos esquecer que amor deve rimar com humor!
Ao permitirmos que o ciúme, a possessividade ou a mera carência afetiva transformem a vida num mar de angústia e ansiedade, deixa-se de viver o amor real para experimentar os mais diversos sentimentos como a falta de confiança em si mesmo(a), o medo de perder o outro ou o medo de não ser correspondido(a). Deixamo-nos, por exemplo, iludir que amor é o estar constantemente junto a outra pessoa, sem espaço individual para ambos respirarem ou deixando-se ser o que o outro espera e deseja, encobrindo assim a própria personalidade.
As questões do coração independem de idade ou sexo. As dores de amores, o ciúme ou os desamores abalam a vida de pequenos e grandes, jovens e não tão jovens. É importante a recuperação da estabilidade emocional, facilitando a compreensão do verdadeiro sentido do amor e do amar, através da expressão autêntica, saudável e natural dos sentimentos, o que permite que as relações sejam mais intensas, verdadeiras e realmente prazenteiras.
Ame de verdade! De Corpo, Alma, Coração e Razão!!!
Thais Delboni é Psicóloga, trabalha há 16 anos com Crescimento Pessoal e Organizacional, atuando como consultora, psicoterapeuta, professora, terapeuta floral e escritora.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Um homem sem sorte


Vivia perto de uma aldeia um homem, um homem que era completamente sem sorte. Nada do que ele fazia dava certo. Muitas vezes ele plantava sementes e o vento vinha e as levava, outras vezes, era a chuva, que vinha tão violenta e carregava as sementes. Outras vezes ainda, as sementes permaneciam sob a terra, mas o sol, era tão quente, que as cozinhava. E ele se queixava com as pessoas e as pessoas escutavam suas queixas, da primeira vez com simpatia, depois com um certo desconforto e enfim quando o viam mudavam de caminho, ou entravam para dentro de suas casas fechando portas e janelas, evitando-o.
Então além de sem sorte, o homem se tornou chato e muito só. Ele começou a querer achar um culpado para o que acontecia com ele. Analisando a situação de sua família percebeu que seu pai era um homem de sorte, sua mãe, esta tinha sorte por ter se casado com seu pai, e seus irmãos eram muito bem sucedidos, pois então, se não era um caso genético, só poderia ser coisa do Criador. E depois de muito pensar resolveu tomar uma atitude e ir até o fim do mundo falar com o Criador, que como Criador de tudo, deveria ter uma resposta.
Arrumou sua malinha, algum alimento e partiu rumo ao fim do mundo. Andou um dia, um mês, um ano e um dia, e pouco antes de entrar numa grande floresta ouviu uma voz: - Moço, me ajude. Ele então olhou para os lados procurando alguém. Até que se deparou com um lobo, magro, quase sem pelos, era pele e osso o infeliz. Dava para contar suas costelas.
Ele falou: - Há três meses estou nesta situação. Não sei o que está acontecendo comigo. Não tenho forças para me levantar daqui.
O homem refeito do susto respondeu: - Você está se queixando a toa... Eu tive azar a vida inteira. O que são três meses? Mas faça como eu. Procure uma resposta. Eu estou indo procurar o Criador para resolver o meu problema. - Se eu não tenho forças nem para ir ao rio beber água... Faça este favor para mim. Você está indo vê-lo, pergunte o que está acontecendo comigo.
O homem fez um sinal de insatisfação e disse que estava muito preocupado com seu problema, mas se lembrasse, perguntaria. Virando as costas, continuou seu caminho. Andou um dia, um mês, um ano e um dia e de repente, ao tropeçar numa raiz, ouviu:
- Moço, cuidado.
E quando olhou, viu uma folhinha que vinha caindo, caindo; Olhando para cima, viu a árvore com apenas duas folhinhas. Levantou-se e observando suas raízes desenterradas, seus galhos retorcidos, sua casca soltando-se do tronco, falou:
- Você não se envergonha? Olhe as outras árvores a sua volta e diga se você pode ser chamada de árvore? Conserte sua postura.
A árvore, com uma voz de muita dor, disse:
- Não sei o que está acontecendo comigo. Estou me sentindo tão doente. Há seis meses que minhas folhas estão caindo, e agora, como vês, só restam duas...
E, no fim de uma conversa, pediu ao homem que procurasse uma solução com o Criador. Contrariado, o homem virou as costas com mais uma incumbência.
Andou um dia, um mês, um ano e um dia e chegou a um vale muito florido, com flores de todas as cores e perfumes. Mas o homem não reparou nisto. Chegou até uma casa e na frente da casa estava uma moça muito bonita que o convidou a entrar. Eles conversaram longamente e quando o homem deu por si já era madrugada. Ele se levantou dizendo que não podia perder tempo e quando já estava saindo ela lhe pediu um favor:
- Você que vai procurar o Criador, podia perguntar uma coisa para mim? É que de vez em quando sinto um vazio no peito, que não tem motivo, nem explicação. Gostaria de saber o que é e o que posso fazer por isto.
O homem prometeu que perguntaria e virou as costas e andou um dia, um mês, um ano e um dia e chegou por fim ao fim do mundo. Sentou-se e ficou esperando até que ouviu uma voz. E uma voz no fim do mundo, só podia ser a voz do criador...
- Tenho muitos nomes. Chamam-me também de Criador...
E o homem contou então toda a sua triste vida. Conversou longamente com a voz até que se levantou e virando as costas foi saindo, quando a voz lhe perguntou:
- Você não está se esquecendo de nada? Não ficou de saber respostas para uma árvore, para um lobo e para uma jovem?
- Tem razão...
E voltou-se para ouvir o que tinha que ser dito. Depois de um tempinho virou-se e correu... mais rápido que o vento até que chegou na casa da jovem. Como ela estava em frente à casa, vendo-o passar chamou:
- Ei!!! Você conseguiu encontrar o Criador? Teve as respostas que queria?
- Sim!!! Claro! O Criador disse que minha sorte está há muito no mundo. Basta ficar alerta para perceber a hora de apanhá-la!
- E quanto a mim, você teve a chance de fazer a minha pergunta?
- Ah! O Criador disse que o que você sente é solidão. Assim que encontrar um companheiro vai ser completamente feliz, e mais feliz ainda vai ser o seu companheiro.
A jovem então abriu um sorriso e perguntou ao homem se ele queria ser este companheiro.
- Claro que não... Já trouxe a sua resposta... Não posso ficar aqui perdendo tempo com você. Não foi para ficar aqui que fiz toda esta jornada. Adeus!!!
Virando as costas, correu mais rápido do que a água, até a floresta onde estava a árvore. Ele nem se lembrava dela. Mas quando novamente tropeçou em sua raiz, viu caindo uma última folhinha. Ela perguntou se ele tinha uma resposta, ao que o homem respondeu:
- Tenho muita pressa e vou ser breve, pois estou indo em busca de minha sorte, e ela está no mundo. O Criador disse que você tem embaixo de suas raízes uma caixa de ferro cheia de moedas de ouro. O ferro desta caixa está corroendo suas raízes. Se você cavar e tirar este tesouro daí vai terminar todo o seu sofrimento e você vai poder virar uma árvore saudável novamente.
- Por favor!!! Faça isto por mim!!! Você pode ficar com o tesouro. Ele não serve para mim. Eu só quero de novo minha força e energia.
O homem deu um pulo e falou indignado: - Você está me achando com cara de quê? Já trouxe a resposta para você. Agora resolva o seu problema. O Criador falou que minha sorte está no mundo e eu não posso perder tempo aqui conversando com você, muito menos sujando minhas mãos na terra.
Virando as costas correu, mais rápido do que a luz, atravessou a floresta, e chegou onde estava o lobo, mais magro ainda e mais fraco. O homem se dirigiu a ele apressadamente e disse:
- O Criador mandou lhe falar que você não está doente. O que você tem é fome. Está a morrer de inanição, e como não tem forças mais para sair e caçar, vai morrer aí mesmo. A não ser, que passe por aqui uma criatura bastante estúpida, e você consiga comê-la.
Nesse momento, os olhos do lobo se encheram de um brilho estranho, e reunindo o restante de suas forças, o lobo deu um pulo e comeu o homem "sem sorte".
"SOMOS O QUE FAZEMOS, MAS SOMOS PRINCIPALMENTE O QUE FAZEMOS PARA MUDAR O QUE SOMOS".
Texto recebido por email, sem a citação da autoria.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Onde você coloca o sal?

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse a mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
Qual é o gosto? - perguntou o Mestre. Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse: - Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou: - Qual é o gosto?- Bom! disse o rapaz. - Você sente o gosto do sal? perguntou o Mestre. - Não! disse o jovem.
O Mestre, então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse: - A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está à sua volta.
É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.
Em outras palavras: É deixar de Ser copo para tornar-se um Lago.
Autoria desconhecida

domingo, 17 de agosto de 2008

Viver não dói

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade...
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.


(Carlos Drummond de Andrade)

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